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    Tuesday, February 22, 2011

    CYNT

    CYNT

    Moxonidina


    Indicações - CYNT

    A moxonidina é indicada na hipertensão arterial4 sistêmica primária ou essencial.


    Contra-indicações - CYNT

    A moxonidina é contra- indicada nos pacientes com hipersensibilidade conhecidaa qualquer um dos componentes do produto, com doença do nó sinusal ou com bradicardia5 grave
    (freqüência cardíaca em repouso menor que 50 batimentos por minuto).


    Advertências e precauções - CYNT

    Se a moxonidina for usada em combinação com um b- bloqueador e ambos tiverem que ser
    descontinuados, o b- bloqueador deve ser descontinuado primeiro e somente depois a moxonidina.


    Interrupção da droga - CYNT

    Como com outros agentes anti- hipertensivos, o tratamento com moxonidinanão deve ser interrompido abruptamente.


    Insuficiência renal6 - CYNT

    Embora não ocorra acumulação, o efeito hipotensor da moxonidina deve ser cuidadosamente monitorado nos pacientes com disfunção
    renal2 (filtração glomerular menor que 60 ml/min), especialmente no início do tratamento.


    Uso na gravidez3 e lactação7 - CYNT

    Não há estudos com moxonidina em mulheres grávidas. Como as experiênciasem humanos são limitadas, a moxonidina só deve ser usada durante a gestação se os benefícios
    justificarem os potenciais riscos para o feto. Nos estudos pré- clínicos não foram observados efeitos
    sobre o concepto ou na reprodução. A moxonidina é excretada no leite materno. Mulheres lactantes8
    devem parar o tratamento com a droga ou devem ser alertadas para não amamentar enquanto
    estiverem usando a moxonidina.


    Uso em crianças - CYNT

    A segurança e eficácia em pacientes com menos
    de 18 anos não foram determinadas.


    Uso em pacientes idosos - CYNT

    Foram notadas alterações na farmacocinética relacionadas à idade, provavelmente devidas à redução da atividade metabólica e/oubiodisponibilidade ligeiramente maior em idosos. Contudo, essa diferença farmacocinética não é
    considerada clinicamente relevante.



    Habilidade para dirigir ou operar máquinas - CYNT

    Não existem dados disponíveis que sugiram que a moxonidina tenha efeito sobre a habilidade de dirigir veículos ou
    operar máquinas. Entretanto, como foram reportadas sonolência e tontura9, o paciente deve evitar
    dirigir veículos e operar máquinas até que tenha certeza que o seu desempenho não foi afetado.


    Interações medicamentosas - CYNT

    A administração concomitante de outros anti- hipertensivos tem efeitoaditivo. Em voluntários sadios, não foram observadas interações farmacocinéticas com
    hidroclorotiazida, glibenclamida ou digoxina. Não foi demonstrada interação farmacodinâmica com
    moclobemida. A moxonidina aumenta moderadamente o desempenho das funções cognitivas nos
    pacientes tratados com lorazepam. A moxonidina isoladamente não tem efeitos negativos no
    desempenho de testes de função cognitiva. A moxonidina pode aumentar o efeito sedativo de
    benzodiazepinas quando administrada concomitantemente. Como os antidepressivos tricíclicos podem
    reduzir a eficácia dos agentes anti- hipertensivos de ação central, não é recomendado que estes
    antidepressivos sejam co- administrados com moxonidina.


    Reações adversas - CYNT

    Os efeitos adversos reportados com maior freqüência incluem boca seca, dor de cabeça, sonolência, tontura9 e fraqueza.
    Esses sintomas10 geralmente diminuem após as primeiras semanas do tratamento. Os efeitos adversos
    reportados com menos freqüência são: náusea11, dificuldade para dormir e reações alérgicas incluindo
    erupção cutânea e prurido12. Foram reportados casos isolados de angioedema13.


    Posologia e administração - CYNT

    A dose inicial usual de moxonidina é de 0,2 mg ao dia, com uma dose diária máxima
    de 0,6 mg dividida em duas doses (0,4 mg pela manhã e 0,2 mg à noite). A máxima dose única a ser
    administrada é de 0,4 mg. Os ajustes na dose diária devem ser individualizados segundo a resposta do
    paciente. A moxonidina pode ser administrada com ou sem alimento. A moxonidina foi coadministrada
    com segurança com diuréticos14 tiazídicos e antagonistas de cálcio. A moxonidina é
    eliminada em pequena quantidade por hemodiálise15.

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. MS - 1.1260.0036



    CYNT - Laboratório

    CYNOMEL

    cynomel

    Comprimidos

    - Composição

    Cada comprimido de CYNOMEL contém 25 mcg e 50 mcg de liotironina (T 3) sob a forma de sal sódico.

    - Indicações

    CYNOMEL é indicado na reposição ou suplementação da tireóide em pacientes com produção endógena inadequada.

    - Contra-indicações

    Doença de Addison, insuficiência renal1.

    - Efeitos secundários

    Um quadro de superdosagem irá produzir sinais2 e sintomas3 de hipertireoidismo4, tais como nervosismo, arritmias cardíacas, angina5 pectoris e irregularidades menstruais. CYNOMEL deve ser interrompido até que os sintomas3 desapareçam, e tão logo isto ocorra deve ser iniciado nas doses mais baixas. A terapia normal pode, geralmente, ser reassumida após um ou dois dias. Em raros casos, reações alérgicas foram observadas.

    - Posologia

    A dosagem ótima, geralmente, é determinada pela resposta clínica do paciente. Recomenda-se o uso de uma dose, uma vez ao dia. Embora seção de CYNOMEL seja de rápida duração, seus efeitos metabólicos persistem, por alguns dias, após a suspensão de terapia.

    - Apresentações

    CYNOMEL 25 mcg e 50 mcg. Caixas contendo 50 comprimidos.

    Laboratório ENILA.

    CYMEVENE

    Composição - CYMEVENE
    ingrediente ativo: ganciclovir na forma de salsódico. Ampolas contendo substância seca equivalente a 500 mg de ganciclovir e aproximadamente 45 mg (2 m Eq) de sódio.


    Posologia e Administração - CYMEVENE
    dose padrão: tratamento agudo1 (indução): 5,0 mg/kg como infusão venosa durante 1 hora a cada 12 horas por 14 a 21 dias. Tratamento de manutenção: 5 mg/kg administrado por infusão intravenosa durante uma hora, 1 vez ao dia, durante 7 dias por semana ou 6 mg/kg dada por infusão intravenosa durante uma hora, 1 vez ao dia, 5 dias por semana. Posologias especiais: pacientes com disfunção renal2: para pacientes apresentando disfunção renal2, a dose de Cymevene deve ser modificada. Clearance de creatinina3 € 70; dose de indução 5,0 mg/kg cada 12 h; dose de manutenção 5,0 mg/kg 1 x dia. Clearance de creatinina3 50- 69; dose de indução 2,5 mg/kg cada 12 h; dose de manutenção 2,5 mg/kg 1 x dia. Clearance de creatinina3 25-49; dose de indução 2,5 mg/kg cada 24 h; dose de manutenção 1,25 mg/kg 1 x dia. Clearance de creatinina3 10-24; dose de indução 1,25 mg/kg cada 24 h; dose de manutenção 0,625 mg/kg 1 x dia. Clearance de creatinina3 < 10; dose de indução 1,25 mg/kg/3 x semana depois da hemodiálise4; dose de manutenção: 0,625 mg/kg 3x/semana; Devido à recomendação de se alterar a dosagem em pacientes com insuficiência renal5, os níveis de creatinina3 sérica ou clearance de creatinina3 devem ser monitorizados cuidadosamente. Pacientes com leucopenia6, neutropenia7 severa, anemia8 e trombocitopenia9: granulocitopenia (neutropenia7), anemia8 e trombocitopenia9 foram observados em pacientes tratados com ganciclovir. A toxicologia clínica de ganciclovir também inclui leucopenia6. Deve-se considerar uma redução da dose em pacientes com leucopenia6, neutropenia7 severa, anemia8 e trombocinopenia. Recomenda-se a realização freqüente de hemograma completo com contagem de plaquetas10. Uso em idosos: uma vez que pacientes idosos normalmente apresentam disfunção renal2, Cymevene deve ser administrado a esses pacientes considerando-se sua função renal2. Uso em crianças: a segurança e eficácia de ganciclovir para uso pediátrico ainda não foi estabelecida, incluindo o uso para tratamento de infecções congênitas ou neonatais por CMV. O uso de ganciclovir em crianças demanda extremo cuidado, devido à probabilidade de carcinogenicidade a longo prazo e toxicidade reprodutiva. Deve-se avaliar o risco/benefício do tratamento.


    Precauções - CYMEVENE
    em testes pré- clínicos ganciclovir causou mutagenicidade, tera-togenicidade e carcinogenicidade. Deve ser considerado, portanto, um potencial teratogênico11 e carcinogênico em humanos. Neutropenia7, anemia8 e trombicitopenia foram observadas em pacientes tratados com Cymevene. A terapia com Cymevene não deve ser iniciada se a contagem absoluta de neutrófilos for inferior a 500 células/l ou a contagem de plaquetas10 for inferior a 25.000 células/l. Se a função renal2 estiver prejudicada, recomenda-se um ajuste de dosagem baseado no clearance de creatinina3. Efeitos na habilidade de dirigir e utilizar máquinas: desconhecidos. Gravidez12 e lactação13: não existem estudos adequados com ganciclovir em mulheres grávidas. Teratogenicidade tem sido observada em estudos animais. Foi considerado que ganciclovir causa provavelmente inibição temporária ou permanente da espermatogênese. Dados obtidos com animais também indicam que pode ocorrer supressão da fertilidade em fêmeas. Cymevene deve ser usado durante a gravidez12 apenas se os benefícios justificarem os riscos potenciais para o feto. Mulheres em idade fértil devem ser orientadas para a utilização efetiva de algum método anticoncepcional durante o tratamento. Pacientes do sexo masculino devem ser orientados para a utilização de um método anticoncepcional de barreira durante o tratamento, pelo menos até 90 dias após o término do tratamento com Cymevene. Não se sabe se o ganciclovir é excretado no leite materno. Como a maioria dos medicamentos, Cymevene não deve ser administrado a lactantes14. Desconhece-se o intervalo mínimo para amamentação15 segura após a última dose de Cymevene.


    Reações adversas - CYMEVENE
    os seguintes dados referentes a reações adversas são baseadas em estudos clínicos controlados em pacientes com AIDS ou em pacientes transplantados. Sistema hematológico e linfático: leucopenia6 (muito freqüente), anemia8 (muito freqüente) trombocitopenia9. Sistema digestivo16: diarréia17, náuseas18, anorexia19, vômitos20, pancreatite21; Efeitos sistêmicos: astenia22, sepse23, dor abdominal, dor de cabeça, reação inflamatória no local da injeção24. Cardiovascular: flebite25; em pacientes transplantados tratados com Cymevene a elevação de creatinina3 sérica (> 2,5 mg/dl26) foi muito freqüente. Em receptores de medula óssea, a neutropenia7 (< 1000 células) foi mais freqüente em pacientes tratados com Cymevene, do que no grupo controle. Dor de cabeça, confusão e sepse23 ocorrerem com freqüência em pacientes tratados com Cymevene. Efeitos sistêmicos: dor no local da injeção24, febre27, infecção28, celulite29, edema30, alterações em testes laboratoriais, distensão abdominal, dor no peito, calafrios, dor mamária, fotofobia31, mal- estar e ainda edema30, abscesso32, hemorragia33 e flebite25 no local da injeção24. Sistema digestivo16: flatulência, dispepsia34, anormalidade nos testes de função hepática, eructação, úlceras35 orais, constipação36, disfagia37, incontinência fecal38, alterações na língua, hemorragia33. Sistema respiratório39: dispnéia40, aumento na tosse. Sistema nervoso41 cerebral: parestesia42, convulsões, sonolência, vertigem43, pensamentos e sonhos anormais, ansiedade, euforia, reação maníaca, insônia, alterações na marcha, ataxia44, confusão, boca seca, depressão, coma45, psicose46, tremor, irritabilidade. Pele e anexos: rash47, alopecia, sudorese48, acne49, rash47 maculopapular, herpes simples, urticária50. Orgãos e sentidos: visão alterada, alteração de paladar, dores oculares, ambliopia, diminuição na acuidade visual, conjuntivite51, dores oculares, diminuição na audição, deslocamento de retina52, retinite, glaucoma53. Alterações metabólicas e nutricionais: aumento de creatinina3, fosfatase alcalina, TGO, TGP, creatinina3 fosfoquinase, desidrogenase láctica e hipopotassemia. Sistema cardiovascular54: tromboflebite55 profunda, enxaqueca56, vasodilatação, arritmia57, hipertensão58 e hipotensão59. Sistema urogenital: diminuição do clearance de creatinina3, função renal2 alterada, freqüência urinária, infecção28 do trato urinário, falência renal2, aumento na uréia60, nitrogênio sangüíneo. Alterações laboratoriais: diminuição do açúcar61 sangüíneo. Sistema musculoesquelético: miastenia62, mialgia63. - Interações medicamentosas: a adesão do ganciclovir às proteínas64 plasmáticas é de apenas 1 a 2%, interações de drogas envolvendo reposição de sítios de adesão não são esperadas. Probenecida: pode aumentar a concentração sérica de ganciclovir. Zidovudina: tanto zidovudina, como o Cymevene podem causar granulocitopenia (neutropenia7) e anemia8. Deve-se monitorizar esses efeitos. Didanosina: regime de indução: aumento AUC da didanosina (cerca de 70%). Deve-se controlar rigorosamente os efeitos adversos relatados para didanosina. Regime de manutenção, aumento da AUC da didanosina (cerca de 50%). Imipenem-Cilastatina: convulsões generalizadas têm sido reportadas em pacientes que receberam imipenem-cilastatina e ganciclovir. Essas drogas não devem ser utilizadas concomitantemente a menos que os benefícios potenciais sobreponham-se aos riscos. Pode haver aumento de toxicidade com outras drogas mielos-supressoras ou associada à disfunção renal2. - Superdosagem: efeitos adversos com superdosagem de solução endovenosa de Cymevene incluem pancitopenia65 irreversível, mielossupressão persistente, neutropenia7 reversível ou granulocitopenia, danos hepáticos, renais e convulsões. Diálise66 e hidratação podem reduzir a concentração plasmática da droga em pacientes que tenham recebido superdosagem de Cymevene. Cuidados especiais: instruções para manuseio: precauções devem ser tomadas no manuseio de Cymevene. Como o Cymevene tem mostrado atividade carcinogênica e mutagênica, deve-se tomar precauções em seu manuseio. Evitar inalação ou contato direto com o pó contido nos frascos de Cymevene ou contato direto da pele e mucosas com a solução reconstituída. As soluções de Cymevene são alcalinas (pH apro-ximadamente 11). Em caso de contato de Cymevene com a pele, ou membranas mucosas, lavar minuciosamente com água e sabão. Em caso de exposição aos olhos, limpar com água.


    Contra-Indicações - CYMEVENE
    pacientes com hipersensibilidade ao ganciclovir ou a aciclovir67.


    Indicações - CYMEVENE
    prevenção e tratamento de infecções por citomegalovírus (CMV) em pacientes imunodeprimidos que apresentem risco de vida e de perda da visão.


    Apresentação - CYMEVENE
    frasco- ampola de 10 ml.





    CYMEVENE - Laboratório

    CYMBALTA

    CYMBALTA®

    Cloridrato de duloxetina


    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO - CYMBALTA®
    CYMBALTA® é apresentado em cápsulas de liberação retardada de cloridrato de duloxetina equivalente a 30 mg, em blísteres acondicionados em caixas com 14 cápsulas ou 60 mg de duloxetina, em blísteres acondicionados em caixas com 14 e 28 cápsulas.

    USO ADULTO


    COMPOSIÇÃO - CYMBALTA®

    Cada cápsula contém:
    cloridrato de duloxetina, 33,7 ou 67,3 mg, equivalente a 30 mg ou 60 mg de duloxetina, respectivamente, em microgrânulos de cobertura entérica, com a finalidade de evitar a degradação da droga no meio ácido do estômago1.
    Excipientes: hidroxipropilmetilcelulose, acetato succinato de hidroxipropilmetilcelulose, sacarose, esferas de açúcar2, talco, dióxido de titânio e citrato de trietila.


    INFORMAÇÕES AO PACIENTE - CYMBALTA®

    Ação do medicamento: CYMBALTA é um medicamento antidepressivo que age no sistema nervoso3 central (SNC), proporcionando melhora dos sintomas4 depressivos em pacientes com depressão e dos sintomas4 dolorosos em pacientes com dor neuropática associada à neuropatia5 diabética periférica.Indicações do medicamento: CYMBALTA é indicado para o tratamento do transtorno depressivo maior e da dor neuropática associada à neuropatia5 diabética periférica.
    Riscos do medicamento: CYMBALTA não deve ser tomado por pacientes que sejam alérgicos ao cloridrato de duloxetina ou a qualquer ingrediente do medicamento.
    CYMBALTA não deve ser administrado a pacientes com insuficiência renal6 ou hepática graves. CYMBALTA não deve ser tomado por pacientes que estão utilizando uma droga inibidora da monoamino oxidase (IMAO) como Parnate® (sulfato de tranilcipromina) e Aurorix® (moclobemida) ou tiverem parado de tomar um IMAO nos últimos 14 dias. O uso de CYMBALTA com um IMAO pode causar efeitos colaterais graves ou provocar risco à vida. Não tomar um IMAO por, pelo menos, 5 dias após a interrupção do tratamento com CYMBALTA. Pergunte ao seu médico se algum medicamento que você usa é desta classe.
    A possibilidade de uma tentativa de suicídio é própria do transtorno depressivo maior e pode persistir até que ocorra uma diminuição significativa dos sintomas4 depressivos do paciente. Desta forma, pacientes em tratamento com um antidepressivo devem ser cuidadosamente monitorados.
    CYMBALTA deve ser administrado com cautela nas seguintes situações: pacientes com mais de 65 anos, pacientes com história de mania, pacientes com história de convulsão7 e pacientes que apresentam pressão alta no olho, um problema conhecido como glaucoma8 de ângulo estreito. Pacientes com doenças concomitantes, tais como insuficiência renal6 ou hepática e doenças cardíacas devem informar ao médico para que este possa avaliar a possibilidade de uso do produto e fazer os ajustes de dose adequados.
    O uso de CYMBALTA não foi avaliado em crianças.
    Aconselha- se cautela na administração de CYMBALTA para pacientes utilizando outros medicamentos, tais como: fluvoxamina (LUVOX®), antibióticos à base de quinolona (ex: cloridrato de ciprofloxacino, norfloxacino, levofloxacino), antidepressivos tricíclicos (desipramina, entre outros), tolterodina (DETRUSITOL®), inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ex: fluoxetina, paroxetina), medicamentos que afetam a acidez do estômago1 (antiácidos9, por exemplo) e lorazepam.
    Não é recomendado o uso de CYMBALTA associado a bebidas alcoólicas.
    A ocorrência de eventos indesejáveis pode ser mais comum durante o uso concomitante de CYMBALTA com produtos fitoterápicos que contenham a erva de São João. A administração de CYMBALTA a pacientes tomando algum medicamento que seja altamente ligado às proteínas10 presentes no sangue11 pode aumentar a concentração de CYMBALTA no organismo (consulte seu médico para obter informações sobre esta
    classe de medicamento e se você está tomando algum medicamento que interaja com CYMBALTA).
    O tratamento com CYMBALTA foi associado com pequenos aumentos de algumas substâncias presentes nas células do fígado12.
    Os pacientes usando CYMBALTA devem ter cautela para operar maquinário e conduzir veículos até que tenham certeza que sua habilidade não foi afetada pelo medicamento, pois a duloxetina pode estar associada com efeitos indesejáveis, tais como sonolência e tontura13.
    Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
    Informe ao seu médico se ocorrer gravidez14 ou iniciar amamentação15 durante o uso deste medicamento.
    Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.
    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
    Atenção: Este medicamento contém açúcar2 (sacarose), portanto deve ser usado com cautela em portadores de diabetes16.
    Modo de uso:
    CYMBALTA, apresentado na forma de cápsulas de liberação retardada, deve ser administrado por via oral, independentemente das refeições. Não administrar mais que a quantidade total de CYMBALTA recomendada pelo médico para períodos de 24 horas.
    Caso o paciente se esqueça de tomar uma dose, deverá tomá- la assim que lembrar.
    Entretanto, se for quase a hora da próxima dose, o paciente deverá pular a dose esquecida e tomar imediatamente a dose planejada. Lembre- se de renovar sua receita antes que sua caixa de CYMBALTA termine.
    Tratamento Inicial
    Deve ser administrada uma dose de 60 mg de CYMBALTA uma vez ao dia, independente das refeições.
    Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg uma vez ao dia até uma dose máxima de 120 mg por dia, administrada em duas tomadas diárias. Doses acima de 120 mg não foram sistematicamente avaliadas.
    Populações Especiais
    Dose para Pacientes com Insuficiência Renal6 - CYMBALTA não é recomendado para pacientes com doença renal17 em fase terminal (necessitando de diálise18) ou com disfunção renal17 grave (clearance de creatinina19 < 30 ml/min).
    Dose para Pacientes com Insuficiência Hepática20 - Não é recomendada a administração de CYMBALTA em pacientes com insuficiência hepática20.
    Dose para Pacientes Idosos - Nenhum ajuste de dose é recomendado para pacientes idosos ( 65 anos) com base apenas na idade. No entanto, assim como com quaisquer outras drogas eficazes no tratamento do transtorno depressivo maior, o tratamento de idosos deve ser realizado com cuidado. Ao se individualizar a dose, deve-se tomar cuidado extra quando a dose for aumentada.
    Dose para Pacientes Pediátricos - CYMBALTA não foi estudado em pacientes com menos de 18 anos de idade.
    Interrupção do Tratamento
    Foram relatados sintomas4 associados à interrupção do tratamento com CYMBALTA.
    Os pacientes devem ser monitorados em relação a estes sintomas4 quando se optar pela interrupção do tratamento. Quando houver a necessidade de interromper o tratamento com CYMBALTA após ter se tomado o medicamento por mais de uma semana, é recomendável que se faça uma redução gradual de sua dose (devendo ser reduzida pela metade ou administrada em dias alternados) por um período de, no mínimo, 2 semanas antes da interrupção do tratamento. Esta prática, somente realizada com autorização/orientação médica, é recomendada para reduzir o risco do paciente apresentar sintomas4 da interrupção do tratamento, tais como tontura13, náusea21 e dor de cabeça. Em caso de surgimento de sintomas4 intoleráveis após a diminuição da dose de CYMBALTA ou sua suspensão, consulte seu médico o mais rapidamente possível.
    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
    Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
    Reações adversas: Todos os medicamentos podem causar efeitos adversos em alguns pacientes. Os efeitos adversos mais comuns geralmente foram leves e desapareceram após algumas semanas. As seguintes reações adversas foram relatadas pelos pacientes em estudos clínicos com CYMBALTA: prisão de ventre, boca seca, náusea21, dor de cabeça, diarréia22, vômito23, diminuição do apetite, perda de peso, cansaço, tontura13, sonolência, tremor, aumento da produção de suor, ondas de calor, visão borrada,
    ausência de orgasmo, insônia, diminuição do desejo sexual, problema na ejaculação, dificuldade de ereção do pênis, dificuldade em urinar (apenas no sexo masculino), falta de apetite, fraqueza, palpitação24, aumento dos batimentos cardíacos, vertigem25, dilatação da pupila, distúrbio visual, eructação (arrotos), gastroenterite26 (distúrbio intestinal), estomatite27 (feridas na boca), calafrios, sensação de anormalidade, sensação de calor e/ou frio, mal estar, sede, aumento de peso, aumento da pressão sanguínea, achados laboratoriais relacionados a alterações da função do fígado12, desidratação28, rigidez muscular, contração muscular, alteração do paladar, ansiedade, distúrbio do sono, agitação, bruxismo (ranger de dentes), desorientação, aumento da freqüência urinária noturna, bocejo, suores noturnos, reação de sensibilidade à luz, rubor facial,
    extremidades frias.
    Nos estudos de dor neuropática associada à neuropatia5 diabética periférica, foram observados pequenos aumentos nos níveis de glicose29 no sangue11 dos pacientes tratados com CYMBALTA.
    Após o início da comercialização do produto, alguns outros eventos adversos foram raramente ou muito raramente relatados: glaucoma8 (aumento da pressão intra- ocular), hepatite30 (inflamação31 das células hepáticas), icterícia32 (pele amarelada em função do o de bilirrubina33), reação anafilática34 (reação alérgica35 generalizada), aumento das enzimas hepáticas (alanina aminotransferase, fosfatase alcalina, aspartato aminotransferase), aumento de bilirrubina33, hiponatremia (baixa concentração de sódio
    no sangue11), edema angioneurótico36 (tipo de inchaço), erupção cutânea, urticária37, síndrome38 de Stevens- Johnson (doença de pele grave), hipotensão39 ortostática (queda de pressão) e síncope40 (desmaio), sendo que estes dois últimos ocorrem especialmente no início do tratamento.
    ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO, INFORME SEU MÉDICO.
    Conduta em caso de superdose: Os sintomas4 de superdose incluem tremores, convulsões espasmódicas, desequilíbrio, náuseas41, vômitos42 e diminuição do apetite. Não há antídoto43 para duloxetina. Em caso de superdose, verifique as condições gerais do paciente, principalmente quanto à respiração e batimentos cardíacos. Não provoque vômito23 e leve o paciente a um local de atendimento médico, preparado para informar o nome do medicamento e a quantidade ingerida.
    Cuidados de conservação e uso: CYMBALTA deve ser armazenado à temperatura ambiente (15 a 30ºC), mantido em sua embalagem até o momento do uso, protegido do calor e da umidade. O produto tem validade de 2 anos, quando conservado dessa forma.

    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.



    INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE - CYMBALTA®


    CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS - CYMBALTA®
    Descrição: CYMBALTA, cloridrato de duloxetina, é um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN). É apresentado em forma de cápsulas de liberação retardada para administração oral. Não está relacionado quimicamente a outros IRSN, tricíclicos, tetracíclicos ou outras drogas eficazes disponíveis no tratamento do transtorno depressivo maior (TDM). Seu nome químico é cloridrato de (+)- (S)-N-metil-

    (1-naftaleniloxi)-2-tiofenopropanamina. A fórmula empírica é C18H19NOS• HCl, que corresponde a um peso molecular de 333,88. É um sólido branco a branco levemente acastanhado e levemente solúvel em água. - CYMBALTA®
    Propriedades Farmacológicas
    Mecanismo de Ação: o mecanismo de ação presumido de CYMBALTA no tratamento da depressão maior está ligado à inibição da recaptação neuronal de serotonina e de noradrenalina, resultando em um aumento na neurotransmissão destas substâncias no sistema nervoso3 central.
    Acredita- se que a ação de inibição da dor proporcionada por CYMBALTA seja resultado da potenciação das vias descendentes inibitórias de dor no sistema nervoso3 central.
    CYMBALTA é um inibidor potente da recaptação de serotonina e de noradrenalina, apresentando afinidade fraca pelos transportadores que promovem a recaptação de dopamina. Além disto, tem baixa ou nenhuma afinidade por receptores dopaminérgicos, histaminérgicos, colinérgicos e adrenégicos. Em estudos pré- clínicos, CYMBALTA aumentou os níveis extracelulares de serotonina e de noradrenalina, de forma dosedependente, em várias áreas do cérebro de animais.
    Estudos neuroquímicos e comportamentais em animais mostraram um aumento da neurotransmissão tanto de serotonina quanto de noradrenalina no sistema nervoso3 central. CYMBALTA também normalizou o limiar de dor em diversos modelos préclínicos de dor inflamatória e dor neuropática, além de atenuar o comportamento da dor em um modelo de dor persistente.
    Farmacocinética:
    Absorção - Em humanos, CYMBALTA é bem absorvido quando administrado por via oral e sua concentração plasmática máxima (Cmax) ocorre 6 horas após sua administração. Quando administrado com alimento, o pico de concentração é atingido em 6 a 10 horas, ocorrendo também uma discreta diminuição na absorção (aproximadamente 11%). Não há diferença clinicamente importante nos parâmetros farmacocinéticos entre doses matinais e vespertinas.
    Distribuição - O volume de distribuição aparente de CYMBALTA é de aproximadamente 1.640 litros. CYMBALTA encontra-se altamente ligado (> 90%) às proteínas10 plasmáticas, principalmente à albumina44 e à glicoproteína 1-ácida. A ligação protéica não é afetada pela insuficiência renal6 ou hepática.
    Metabolismo45 - CYMBALTA é extensivamente metabolizado e seus metabólitos são excretados principalmente na urina46. As principais vias de biotransformação de CYMBALTA envolvem a oxidação do anel naftil, seguida por conjugação e posterior oxidação. Tanto CYP2D6 quanto CYP1A2 catalisam a formação dos dois principais metabólitos de CYMBALTA, o conjugado glucuronídeo da 4-hidroxi duloxetina e o sulfato conjugado da 5-hidróxi,6-metóxi duloxetina. Os metabólitos circulantes não são
    farmacologicamente ativos.
    Excreção - A meia-vida de eliminação de CYMBALTA é de 12,1 horas e o clearance plasmático é de 101 l/h. A maior parte de CYMBALTA (70%) é recuperada na urina46 na forma de metabólitos e aproximadamente 20% são recuperados nas fezes.
    Farmacocinética em populações especiais:
    Sexo - Embora tenham sido identificadas diferenças farmacocinéticas entre homens e mulheres (clearance plasmático mais baixo em mulheres), a magnitude das alterações não foi suficiente para justificar um ajuste de dose baseado apenas no sexo.
    Idade - Embora tenham sido identificadas diferenças farmacocinéticas entre mulheres de meia-idade e idosas ( 65 anos) [AUC (área sob a curva) é mais alta e a meia-vida é mais longa em mulheres idosas], a magnitude das alterações não foi suficiente para justificar um ajuste de dose baseado apenas na idade (ver POSOLOGIA).
    Fumantes - A biodisponibilidade de CYMBALTA parece ser cerca de 1/3 mais baixa em fumantes do que em não-fumantes. No entanto, não há necessidade de modificações na dose baseadas apenas neste parâmetro.
    Insuficiência renal6 - Análises farmacocinéticas populacionais sugerem que disfunção renal17 de leve a moderada (clearance de creatinina19 estimado 30-80 ml/min) não tem interferência significativa sobre o clearance da duloxetina.
    Pacientes com doença renal17 em fase terminal, recebendo diálise18 intermitente, tiveram os valores de Cmax e AUC de CYMBALTA duas vezes mais altos comparados com indivíduos sadios. A meia- vida de eliminação foi similar em todos os grupos.
    Assim, CYMBALTA não é recomendado para pacientes com doença renal17 em fase terminal (necessitando de diálise18) ou com disfunção renal17 grave (clearance de creatinina19 < 30 ml/min) (ver CONTRA- INDICAÇÕES e USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO).
    Insuficiência hepática20 - Pacientes com cirrose47 tiveram uma meia-vida de CYMBALTA substancialmente mais longa e o clearance foi de apenas aproximadamente 15% do clearance dos indivíduos sadios. Não é recomendada a administração de CYMBALTA em pacientes com insuficiência hepática20 (ver CONTRA-INDICAÇÕES e USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO).


    RESULTADOS DE EFICÁCIA - CYMBALTA®
    Transtorno depressivo maior
    A eficácia de CYMBALTA no tratamento do transtorno depressivo maior (DSM- IV) foi estabelecida em quatro estudos randomizados, duplo-cegos, controlados com placebo e com dose fixa em pacientes adultos em tratamento ambulatorial (18 a 83 anos). Em dois estudos, os pacientes foram randomizados para receber CYMBALTA 60 mg uma vez ao dia (N=123 e N=128, respectivamente) ou para placebo (N=122 e N=139, respectivamente) por 9 semanas. No terceiro estudo, os pacientes foram randomizados
    para receber CYMBALTA 20 mg ou 40 mg duas vezes ao dia (N=86 e N=91, respectivamente) ou para placebo (N=89) por 8 semanas. No quarto estudo, os pacientes foram randomizados para receber CYMBALTA 40 mg ou 60 mg duas vezes ao dia (N=95 e N=93, respectivamente) ou placebo (N=93) por 8 semanas.
    Em todos os estudos, CYMBALTA demonstrou superioridade sobre o placebo quanto à melhora na pontuação total da Escala de Hamilton de Avaliação da Depressão de 17 itens (HAMD- 17).
    A análise da relação entre o resultado do tratamento e a idade, sexo e raça não sugeriram que estes parâmetros possam resultar em um padrão de resposta diferente nestes pacientes.

    Dor neuropática associada à neuropatia5 diabética periférica
    A eficácia de CYMBALTA no tratamento da dor neuropática associada à neuropatia5 diabética periférica (NDP) foi estabelecida em dois estudos randomizados, duplo- cegos, controlados com placebo, de 12 semanas de duração e doses fixas envolvendo pacientes adultos com diagnóstico48 de neuropatia5 diabética periférica há pelos menos 6 meses. Os dois estudos tiveram a participação de 791 pacientes, dos quais 592 (75%) completaram os estudos. Os pacientes participantes tinham diabetes mellitus49 tipo 1 ou 2, com
    diagnóstico48 de dor polineuropática sensório- motora distal e simétrica, por pelo menos 6 meses. Os pacientes tinham uma pontuação na dor ao início do estudo maior ou igual a 4 [escala de até 11 pontos, começando em zero (sem dores) até 10 (pior dor possível)].
    Além de CYMBALTA, foi permitida uma dose de até 4 g por dia de acetaminofeno, de acordo com a dor. Os pacientes registraram suas dores todos os dias em um diário.
    Os dois estudos compararam uma dose diária de CYMBALTA 60 mg/dia ou 120 mg/dia (60 mg duas vezes ao dia) com placebo. Além disto, o estudo 1 comparou CYMBALTA 20 mg com placebo. Um total de 457 pacientes (CYMBALTA N=342, placebo N=115) participou do estudo 1 e um total de 334 pacientes (CYMBALTA N=226; placebo N=108) participou do estudo 2. O tratamento com CYMBALTA 60
    mg, uma ou 2 vezes ao dia, diminuiu de forma estatisticamente significante a pontuação média inicial na dor e aumentou a proporção de pacientes com uma redução de pelos menos 50% na pontuação média da dor, do início ao final do estudo. Alguns pacientes apresentaram uma diminuição da dor logo na semana 1, a qual persistiu durante todo o estudo.


    INDICAÇÕES - CYMBALTA®

    CYMBALTA é indicado para o tratamento do transtorno depressivo maior e da dor neuropática associada à neuropatia5 diabética periférica.


    CONTRA-INDICAÇÕES - CYMBALTA®
    CYMBALTA É CONTRA- INDICADO EM PACIENTES COM HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA À DULOXETINA OU A QUALQUER UM DOS SEUS EXCIPIENTES. CYMBALTA NÃO DEVE SER ADMINISTRADO CONCOMITANTEMENTE COM INIBIDORES DA MONOAMINO OXIDASE (IMAO) OU DENTRO DE, NO MÍNIMO, 14 DIAS DA INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO COM UM IMAO. COM BASE NA MEIA-VIDA DE CYMBALTA, DEVE-SE AGUARDAR, NO MÍNIMO, 5 DIAS APÓS A INTERRUPÇÃO DO
    TRATAMENTO COM CYMBALTA, ANTES DE SE INICIAR O TRATAMENTO COM UM IMAO.
    CYMBALTA NÃO É RECOMENDADO PARA PACIENTES COM DOENÇA RENAL17 EM FASE TERMINAL (NECESSITANDO DE DIÁLISE18) OU COM DISFUNÇÃO RENAL17 GRAVE (CLEARANCE DE CREATININA19 < 30 ml/min). NÃO É RECOMENDADA A ADMINISTRAÇÃO DE CYMBALTA EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA20 (VER CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS, E USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO).
    EM ESTUDOS CLÍNICOS, O USO DE CYMBALTA FOI ASSOCIADO AO AUMENTO DO RISCO DE MIDRÍASE, PORTANTO, SEU USO DEVE SER EVITADO EM PACIENTES COM GLAUCOMA8 DE ÂNGULO ESTREITO DESCOMPENSADO.


    MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO - CYMBALTA®

    CYMBALTA deve ser administrado por via oral. Pode ser tomado independentemente
    das refeições.
    CYMBALTA deve ser conservado à temperatura ambiente (15 a 30ºC), dentro de sua embalagem original, protegido da luz, calor e umidade.


    POSOLOGIA - CYMBALTA®
    Tratamento Inicial
    Uma dose de 60 mg de CYMBALTA deve ser administrada via oral, uma vez ao dia e independente das refeições.
    Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg por dia, administrada em duas tomadas diárias. Doses acima de 120 mg não foram sistematicamente avaliadas.
    Para os pacientes cuja tolerabilidade é uma preocupação, pode- se considerar uma dosagem inicial mais baixa. Deve-se considerar uma dosagem inicial mais baixa e um aumento gradativo para os pacientes com insuficiência renal6, já que o diabetes16 freqüentemente está associado a complicações renais (ver CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS).
    Tratamento Prolongado/Manutenção/Continuação
    Transtorno depressivo maior
    É consenso que os episódios agudos do transtorno depressivo maior necessitam de uma terapia farmacológica de manutenção, geralmente por vários meses ou mais longa. Não há evidências disponíveis suficientes para se determinar por quanto tempo um paciente deve manter seu tratamento com CYMBALTA. Os pacientes devem ser periodicamente reavaliados para determinar a necessidade da manutenção do tratamento com CYMBALTA e a dosagem apropriada para tal.
    Dor neuropática associada à neuropatia5 diabética periférica
    A eficácia de CYMBALTA deve ser avaliada individualmente já que a progressão da neuropatia5 diabética periférica é bastante variável e o controle da dor é empírico. A eficácia de CYMBALTA não foi avaliada sistematicamente em estudos controlados com placebo por períodos superiores a 12 semanas. No entanto, foi conduzido um estudo aberto para avaliar a segurança de CYMBALTA por um período de 1 ano.
    Populações Especiais
    Dose para Pacientes com Insuficiência Renal6 - CYMBALTA não é recomendado para pacientes com doença renal17 em fase terminal (necessitando de diálise18) ou com disfunção renal17 grave (clearance de creatinina19 < 30 ml/min) (ver CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO).
    Dose para Pacientes com Insuficiência Hepática20 - Não é recomendada a administração de CYMBALTA em pacientes com insuficiência hepática20 (ver CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO).
    Dose para Pacientes Idosos - Nenhum ajuste de dose é recomendado para pacientes idosos ( 65 anos) com base apenas na idade. No entanto, assim como com quaisquer outras drogas eficazes no tratamento do transtorno depressivo maior, o tratamento de idosos deve ser realizado com cuidado. Ao se individualizar e aumentar a dose, deve ser tomado cuidado extra.
    Dose para Pacientes Pediátricos - CYMBALTA não foi estudado em pacientes com menos de 18 anos de idade.
    Interrupção do Tratamento
    Foram relatados sintomas4 associados à interrupção do tratamento com CYMBALTA, tais como náusea21, tontura13 e dor de cabeça. Os pacientes devem ser monitorados em relação a estes sintomas4 quando se optar pela interrupção do tratamento. Quando o tratamento com CYMBALTA precisar ser interrompido após decorrida mais de uma semana, é recomendável que se faça uma redução gradual de sua dose (devendo ser reduzida pela metade ou administrada em dias alternados) por um período, de no mínimo, 2 semanas antes da interrupção completa do tratamento. O regime ideal a ser seguido deverá levar em consideração as características individuais, tais como a duração do tratamento, dose no momento da interrupção, dentre outros. Se após a diminuição da dose de CYMBALTA, ou sua suspensão, surgirem sintomas4 intoleráveis, deve- se considerar retornar à dose de CYMBALTA usada antes dos sintomas4 serem descritos. Posteriormente, a interrupção poderá ser novamente instituída, mas com uma diminuição mais gradual na dose.


    ADVERTÊNCIAS - CYMBALTA®

    SUICÍDIO - A POSSIBILIDADE DE UMA TENTATIVA DE SUICÍDIO É INERENTE AO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR E PODE PERSISTIR ATÉ QUE OCORRA UMA REMISSÃO SIGNIFICATIVA DOS SINTOMAS4 DEPRESSIVOS. DEVE SER FEITO ACOMPANHAMENTO ESTREITO DE PACIENTES COM ALTO RISCO, NO INÍCIO DO TRATAMENTO COM A DROGA. COMO COM QUAISQUER OUTROS MEDICAMENTOS COM AÇÃO FARMACOLÓGICA SIMILAR (INIBIDORES SELETIVOS DA RECAPTAÇÃO DE SEROTONINA [ISRSS] OU INIBIDORES DA RECAPTAÇÃO DA SEROTONINA E NORADRENALINA [IRSNS]), CASOS ISOLADOS DE IDEAÇÃO E COMPORTAMENTOS SUICIDAS FORAM RELATADOS DURANTE O TRATAMENTO COM CYMBALTA OU LOGO APÓS SUA INTERRUPÇÃO.
    OS MÉDICOS DEVEM INCENTIVAR SEUS PACIENTES A RELATAR, A QUALQUER MOMENTO, QUAISQUER TIPOS DE PENSAMENTOS OU SENTIMENTOS AFLITIVOS.
    ATIVAÇÃO DE MANIA/HIPOMANIA - DA MESMA FORMA QUE COM OUTRAS DROGAS SIMILARES COM ATIVIDADE NO SISTEMA NERVOSO3 CENTRAL (SNC), CYMBALTA DEVE SER USADO COM CUIDADO EM PACIENTES COM HISTÓRIA DE MANIA.
    CONVULSÕES - DA MESMA FORMA QUE COM OUTRAS DROGAS SIMILARES COM ATIVIDADE NO SNC, CYMBALTA DEVE SER USADO COM CUIDADO EM PACIENTES COM UMA HISTÓRIA DE CONVULSÃO7.
    MIDRÍASE - FOI RELATADA MIDRÍASE COM O USO DE CYMBALTA.
    PORTANTO, DEVE- SE TOMAR CUIDADO AO SE PRESCREVER CYMBALTA PARA PACIENTES COM AUMENTO DA PRESSÃO INTRAOCULAR OU PARA AQUELES COM RISCO DE GLAUCOMA8 DE ÂNGULO ESTREITO CONTROLADO. O USO DE CYMBALTA DEVE SER EVITADO NOS CASOS DE
    GLAUCOMA8 DE ÂNGULO ESTREITO DESCOMPENSADO.
    AUMENTO DE PRESSÃO ARTERIAL - NOS ESTUDOS PARA DEPRESSÃO MAIOR, A DULOXETINA FOI ASSOCIADA A UM AUMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL EM ALGUNS PACIENTES, SENDO EM MÉDIA 2 mmHg NA SISTÓLICA E 0,5 mmHg NA DIASTÓLICA, E UM AUMENTO NA INCIDÊNCIA50 DE PELO MENOS UMA MEDIDA DE PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA51 ACIMA DE 140 mmHg COMPARADO AO PLACEBO. EM PACIENTES COM HIPERTENSÃO52 CONHECIDA E/OU OUTRA DOENÇA CARDÍACA, É
    RECOMENDADA A MONITORAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL COMO APROPRIADO.
    ELEVAÇÃO DAS ENZIMAS HEPÁTICAS - ELEVAÇÕES NAS ENZIMAS HEPÁTICAS FORAM VISTAS EM ALGUNS PACIENTES TRATADOS COM DULOXETINA EM ESTUDOS CLÍNICOS. ESTAS FORAM USUALMENTE TRANSITÓRIAS E AUTOLIMITADAS OU RESOLVIDAS COM A DESCONTINUAÇÃO DA DULOXETINA. ELEVAÇÕES GRAVES DAS ENZIMAS HEPÁTICAS (ACIMA DE 10 VEZES O LIMITE SUPERIOR DO NORMAL) OU DANO HEPÁTICO COM UM PADRÃO COLESTÁTICO OU MISTO FORAM
    RARAMENTE RELATADAS, EM ALGUNS CASOS ASSOCIADAS COM USO EXCESSIVO DE ÁLCOOL. DULOXETINA DEVE SER USADA COM CAUTELA EM PACIENTES COM USO SUBSTANCIAL DE ÁLCOOL.
    CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE, DANOS À FERTILIDADE CARCINOGÊNESE - CYMBALTA FOI ADMINISTRADO NA DIETA DE RATOS E CAMUNDONGOS, POR 2 ANOS. EM RATOS, NÃO CAUSOU
    QUALQUER AUMENTO NA INCIDÊNCIA50 DE NEOPLASIAS ESPERADAS OU NÃO USUAIS OU DIMINUIÇÃO NA LATÊNCIA PARA QUALQUER TIPO DE TUMOR53.
    EM CAMUNDONGOS FÊMEAS RECEBENDO CYMBALTA, HOUVE UM AUMENTO DA INCIDÊNCIA50 DE ADENOMA54 HEPATOCELULAR E DE CARCINOMAS, SOMENTE EM DOSE MAIS ALTA (144 mg/kg/dia). NO ENTANTO, CONSIDEROU- SE QUE ESTAS ALTERAÇÕES ERAM SECUNDÁRIAS À INDUÇÃO DE ENZIMAS HEPÁTICAS, LEVANDO À HIPERTROFIA55 CENTROLOBULAR E VACUOLIZAÇÃO. É DESCONHECIDA A RELEVÂNCIA DESTAS INFORMAÇÕES OBTIDAS EM ESTUDOS COM CAMUNDONGOS EM HUMANOS.
    MUTAGÊNESE - EM UMA BATERIA DE TESTES DE GENOTOXICIDADE IN VITRO E IN VIVO, CYMBALTA NÃO DEMONSTROU NENHUM POTENCIAL MUTAGÊNICO.
    DANOS À FERTILIDADE - O DESEMPENHO REPRODUTIVO NÃO FOI AFETADO EM RATOS RECEBENDO CYMBALTA POR VIA ORAL EM DOSES DE ATÉ 45 mg/kg/dia. EM RATAS RECEBENDO 45 mg/kg/dia DE CYMBALTA POR VIA ORAL, FOI DEMONSTRADA TOXICIDADE REPRODUTIVA
    MANIFESTADA POR UMA DIMINUIÇÃO NO CONSUMO DE ALIMENTOS E NO PESO CORPORAL MATERNOS, INTERRUPÇÃO DO CICLO DO ESTRO, DIMINUIÇÃO NA SOBREVIVÊNCIA DA NINHADA E NOS ÍNDICES DE NASCIDOS VIVOS E RETARDO NO CRESCIMENTO DA NINHADA. EM UM
    ESTUDO DE FERTILIDADE EM FÊMEAS, O NÍVEL DE EFEITO NÃO OBSERVADO (NOEL) PARA TOXICIDADE MATERNA, TOXICIDADE REPRODUTIVA E TOXICIDADE RELATIVA AO DESENVOLVIMENTO FOI DE 10 mg/kg/dia.
    GRAVIDEZ14 (CATEGORIA C) - NÃO HOUVE ESTUDOS BEMCONTROLADOS E ADEQUADOS EM MULHERES GRÁVIDAS. DEVIDO AO FATO DOS ESTUDOS DE REPRODUÇÃO ANIMAL NEM SEMPRE
    PREDIZEREM A RESPOSTA EM HUMANOS, ESTE MEDICAMENTO DEVE SER USADO EM GESTANTES SOMENTE SE O BENEFÍCIO POTENCIAL JUSTIFICAR O RISCO PARA O FETO. NÃO HOUVE EVIDÊNCIA DE TERATOGENICIDADE EM ESTUDOS EM ANIMAIS.
    LACTAÇÃO56 - CYMBALTA E/OU SEUS METABÓLITOS SÃO EXCRETADOS NO LEITE DE RATAS LACTANTES57. A EXCREÇÃO DE CYMBALTA E/OU SEUS METABÓLITOS NO LEITE HUMANO NÃO FOI ESTUDADA. A AMAMENTAÇÃO15 NÃO É RECOMENDADA DURANTE O USO DE CYMBALTA.
    TRABALHO DE PARTO E PARTO - O EFEITO DE CYMBALTA SOBRE O TRABALHO DE PARTO E O PARTO EM HUMANOS É DESCONHECIDO.
    CYMBALTA DEVE SER USADO DURANTE O TRABALHO DE PARTO E O PARTO SOMENTE SE O BENEFÍCIO JUSTIFICAR O RISCO POTENCIAL PARA O FETO.
    EFEITOS NÃO TERATOGÊNICOS - RECÉM-NASCIDOS EXPOSTOS A ISRSS OU IRSNS NO FINAL DO 3º TRIMESTRE DESENVOLVERAM COMPLICAÇÕES, EXIGINDO HOSPITALIZAÇÃO PROLONGADA, SUPORTE RESPIRATÓRIO E ALIMENTAÇÃO VIA SONDA. TAIS COMPLICAÇÕES PODEM SURGIR
    IMEDIATAMENTE APÓS O PARTO. NA CONCLUSÃO DOS RELATÓRIOS CLÍNICOS, FORAM DESCRITOS: DIFICULDADE RESPIRATÓRIA, CIANOSE58, APNÉIA59, ATAQUE SÚBITO, TEMPERATURA INSTÁVEL, DIFICULDADE DE ALIMENTAÇÃO, VÔMITO23, HIPOGLICEMIA60, HIPOTONIA, HIPERTONIA,
    HIPERREFLEXIA, TREMOR, NERVOSISMO, IRRITABILIDADE E CHORO CONSTANTE. ESTAS CARACTERÍSTICAS SÃO CONSISTENTES COM OS EFEITOS TÓXICOS DIRETOS DE ISRSS E IRSNS OU POSSIVELMENTE COM UMA SÍNDROME38 DE INTERRUPÇÃO DE DROGAS. EM ALGUNS CASOS, O
    QUADRO CLÍNICO FOI CONSISTENTE COM UMA SÍNDROME38 SEROTONINÉRGICA. O MÉDICO DEVE CONSIDERAR CUIDADOSAMENTE A RELAÇÃO ENTRE RISCOS E BENEFÍCIOS DO TRATAMENTO COM CYMBALTA EM GESTANTES NO 3º TRIMESTRE.
    EFEITOS NA CAPACIDADE DE DIRIGIR E OPERAR MÁQUINAS - EMBORA ESTUDOS CLÍNICOS CONTROLADOS COM CYMBALTA NÃO TENHAM DEMONSTRADO QUALQUER PREJUÍZO DO DESEMPENHO PSICOMOTOR, MEMÓRIA OU FUNÇÃO COGNITIVA, SEU USO PODE ESTAR
    ASSOCIADO À SONOLÊNCIA E TONTURA13. PORTANTO, PACIENTES QUE ESTIVEREM SOB TRATAMENTO COM CYMBALTA DEVEM TER CUIDADO AO OPERAR MÁQUINAS PERIGOSAS, INCLUINDO AUTOMÓVEIS.
    USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO USO PEDIÁTRICO - A SEGURANÇA E EFICÁCIA EM PACIENTES PEDIÁTRICOS NÃO FORAM ESTABELECIDAS (VER POSOLOGIA).
    CYMBALTA NÃO FOI ESTUDADO EM PACIENTES MENORES DE 18 ANOS E O USO NESTA FAIXA ETÁRIA NÃO ESTÁ APROVADO. ENTRETANTO, A ANÁLISE DE DADOS AGRUPADOS E ALGUNS DADOS INDIVIDUALIZADOS DE ESTUDOS COM ALGUNS ANTIDEPRESSIVOS NO TRATAMENTO DE
    QUADROS PSIQUIÁTRICOS INDICARAM UM AUMENTO POTENCIAL NO RISCO DE PENSAMENTOS E COMPORTAMENTOS SUICIDAS EM PACIENTES PEDIÁTRICOS, EM COMPARAÇÃO COM O GRUPO PLACEBO.
    USO GERIÁTRICO - DOS 2.418 PACIENTES EM ESTUDOS CLÍNICOS COM CYMBALTA NO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR, 5,9% (143) TINHAM 65 ANOS DE IDADE OU MAIS. DOS 1.074 PACIENTES NOS ESTUDOS DE DOR NEUROPÁTICA ASSOCIADA À NEUROPATIA5 DIABÉTICA PERIFÉRICA, 33% (357) TINHAM 65 ANOS DE IDADE OU MAIS.
    NÃO FORAM OBSERVADAS DIFERENÇAS NA SEGURANÇA E EFICÁCIA ENTRE INDIVÍDUOS IDOSOS ( 65 ANOS) E INDIVÍDUOS MAIS JOVENS.
    OUTRA AVALIAÇÃO CLÍNICA NÃO IDENTIFICOU DIFERENÇAS NAS RESPOSTAS ENTRE PACIENTES IDOSOS E PACIENTES MAIS JOVENS. NO ENTANTO, UMA MAIOR SENSIBILIDADE DE ALGUNS INDIVÍDUOS IDOSOS DEVE SER CONSIDERADA (VER POSOLOGIA).
    USO EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL6 OU HEPÁTICA - FORAM DESCRITAS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS ELEVADAS DE CYMBALTA EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL6 GRAVE (CLEARANCE DE CREATININA19 < 30 ml/min) OU COM INSUFICIÊNCIA61
    HEPÁTICA GRAVE.
    DESSA FORMA, CYMBALTA NÃO É RECOMENDADO PARA PACIENTES COM DOENÇA RENAL17 EM FASE TERMINAL (NECESSITANDO DE DIÁLISE18) OU COM DISFUNÇÃO RENAL17 GRAVE, ASSIM COMO EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA20 (VER CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS,
    CONTRA- INDICAÇÕES e USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO).
    USO EM PACIENTES COM DOENÇAS CONCOMITANTES - A EXPERIÊNCIA CLÍNICA COM DULOXETINA EM PACIENTES COM DOENÇAS SISTÊMICAS CONCOMITANTES É LIMITADA. CUIDADO É ACONSELHÁVEL AO SE USAR DULOXETINA EM PACIENTES COM DOENÇAS OU CONDIÇÕES QUE PRODUZAM ALTERAÇÃO NO METABOLISMO45 OU NAS RESPOSTAS HEMODINÂMICAS. A DULOXETINA NÃO FOI SISTEMATICAMENTE AVALIADA EM PACIENTES COM HISTÓRIA RECENTE DE INFARTO DO MIOCÁRDIO62 OU DOENÇA CARDÍACA INSTÁVEL.
    USO EM GESTANTES DURANTE O 3º TRIMESTRE DE GRAVIDEZ14 - RECÉM-NASCIDOS EXPOSTOS A ISRSS OU IRSNS, DURANTE O 3º TRIMESTRE, DESENVOLVERAM COMPLICAÇÕES, EXIGINDO
    HOSPITALIZAÇÃO PROLONGADA, SUPORTE RESPIRATÓRIO E ALIMENTAÇÃO VIA SONDA. OS MÉDICOS DEVEM CONSIDERAR CUIDADOSAMENTE A RELAÇÃO ENTRE RISCOS E BENEFÍCIOS DO
    TRATAMENTO COM CYMBALTA DE MULHERES NO 3º TRIMESTRE DE GRAVIDEZ14.


    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - CYMBALTA®
    INIBIDORES DA MONOAMINO OXIDASE (IMAO) - HOUVE RELATOS DE REAÇÕES GRAVES, ÀS VEZES FATAIS, EM PACIENTES RECEBENDO UM INIBIDOR DA RECAPTAÇÃO DE SEROTONINA EM COMBINAÇÃO COM UM INIBIDOR DA MONOAMINO OXIDASE. ESTES RELATOS INCLUÍAM OS
    SEGUINTES SINTOMAS4: HIPERTERMIA, RIGIDEZ, MIOCLONIA, INSTABILIDADE AUTONÔMICA COM POSSÍVEIS FLUTUAÇÕES RÁPIDAS DOS SINAIS VITAIS63 E ALTERAÇÕES DO ESTADO MENTAL, INCLUINDO AGITAÇÃO EXTREMA, PROGREDINDO PARA DELIRIUM E COMA64. ESTAS REAÇÕES TAMBÉM FORAM RELATADAS EM PACIENTES QUE HAVIAM SUSPENDIDO HÁ POUCO TEMPO UM INIBIDOR DE RECAPTAÇÃO DE SEROTONINA ANTES DE INICIAR UM IMAO. ALGUNS PACIENTES
    APRESENTARAM QUADRO SEMELHANTE À SÍNDROME38 NEUROLÉPTICA MALIGNA. OS EFEITOS DO USO COMBINADO DE CYMBALTA E IMAOS NÃO FORAM AVALIADOS EM HUMANOS OU EM ANIMAIS. NO ENTANTO, EM RAZÃO DE CYMBALTA SER UM INIBIDOR DA RECAPTAÇÃO DE SEROTONINA E NORADRENALINA, É RECOMENDADO QUE NÃO SEJA USADO EM COMBINAÇÃO COM UM IMAO OU DENTRO DE NO MÍNIMO 14 DIAS APÓS A SUSPENSÃO DO TRATAMENTO COM UM IMAO. COM BASE
    NA MEIA- VIDA DA DULOXETINA, DEVEM-SE PASSAR NO MÍNIMO 5 DIAS DA INTERRUPÇÃO DA DULOXETINA ATÉ O INÍCIO DE UM TRATAMENTO COM UM IMAO (VER CONTRA-INDICAÇÕES).
    ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS (ATC) - DEVE-SE TER CUIDADO COM A ADMINISTRAÇÃO SIMULTÂNEA DE ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS (ATC) E DULOXETINA, POIS ESTA PODE INIBIR O METABOLISMO45 DOS ATC.
    PODE HAVER A NECESSIDADE DE REDUÇÃO DA DOSE E MONITORAMENTO DAS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS DO ATC, CASO O MESMO SEJA ADMINISTRADO SIMULTANEAMENTE À DULOXETINA.
    DROGAS METABOLIZADAS PELA CYP1A2 - EM UM ESTUDO CLÍNICO, A FARMACOCINÉTICA DA TEOFILINA, UM SUBSTRATO DA CYP1A2, NÃO FOI
    AFETADA DE FORMA SIGNIFICATIVA PELA CO- ADMINISTRAÇÃO DE CYMBALTA (60 mg DUAS VEZES AO DIA). ESTES RESULTADOS SUGEREM QUE É IMPROVÁVEL QUE CYMBALTA CAUSE UM EFEITO CLINICAMENTE SIGNIFICANTE NO METABOLISMO45 DE SUBSTRATOS DA CYP1A2.
    INIBIDORES DO CYP1A2 - DEVIDO AO FATO DE O CYP1A2 ESTAR ENVOLVIDO COM O METABOLISMO45 DA DULOXETINA, O USO CONCOMITANTE DESTA COM INIBIDORES POTENTES DO CYP1A2 PROVAVELMENTE RESULTARÁ EM CONCENTRAÇÕES MAIS ALTAS DA DULOXETINA. A FLUVOXAMINA (100 mg UMA VEZ AO DIA), UM POTENTE INIBIDOR DO CYP1A2, REDUZIU O CLEARANCE PLASMÁTICO APARENTE DA DULOXETINA EM CERCA DE 77%. ACONSELHA-SE CAUTELA AO SE ADMINISTRAR DULOXETINA COM INIBIDORES DO CYP1A2 (POR EX., ALGUNS ANTIBIÓTICOS A BASE DE QUINOLONA) E UMA DOSE MAIS BAIXA DE DULOXETINA DEVE SER USADA NESSE CASO.
    DROGAS METABOLIZADAS PELA CYP2D6 - A DULOXETINA É UM INIBIDOR MODERADO DA CYP2D6. QUANDO ADMINISTRADO NA DOSE DE 60 mg DUAS VEZES POR DIA EM ASSOCIAÇÃO A UMA DOSE ÚNICA DE DESIPRAMINA, UM SUBSTRATO DA CYP2D6, CYMBALTA AUMENTOU EM 3 VEZES A AUC DA DESIPRAMINA. A CO-ADMINISTRAÇÃO DE CYMBALTA (40 mg DUAS VEZES AO DIA) AUMENTOU EM 71% O ESTADO DE EQUILÍBRIO DA AUC DA TOLTERODINA (2 mg DUAS VEZES AO DIA) MAS
    NÃO AFETOU A FARMACOCINÉTICA DO METABÓLITO 5- HIDROXIL.
    PORTANTO, DEVE- SE TER CUIDADO QUANDO SE ADMINISTRAR CYMBALTA COM MEDICAMENTOS PREDOMINANTEMENTE METABOLIZADOS PELA CYP2D6 E COM ÍNDICE TERAPÊUTICO ESTREITO.
    INIBIDORES DA CYP2D6 - O USO CONCOMITANTE DE CYMBALTA COM INIBIDORES POTENTES DA CYP2D6 PODE RESULTAR EM CONCENTRAÇÕES MAIS ALTAS DE CYMBALTA, JÁ QUE A CYP2D6 ESTÁ ENVOLVIDA EM SEU METABOLISMO45. A PAROXETINA (20 mg UMA VEZ AO DIA) DIMINUIU EM CERCA DE 37% O CLEARANCE PLASMÁTICO APARENTE DE CYMBALTA. ACONSELHA-SE CUIDADO AO SE ADMINISTRAR CYMBALTA COM INIBIDORES DA CYP2D6 (P. EX., ISRSS).
    DROGAS METABOLIZADAS PELA CYP3A - RESULTADOS DE ESTUDOS IN VITRO DEMONSTRAM QUE CYMBALTA NÃO INIBE OU INDUZ A ATIVIDADE CATALÍTICA DA CYP3A. DESTA FORMA, NÃO SE ESPERA UM AUMENTO OU DIMINUIÇÃO NO METABOLISMO45 DE SUBSTRATOS DA CYP3A (POR EXEMPLO, CONTRACEPTIVOS ORAIS OU OUTRAS DROGAS ESTEROIDAIS) ASSOCIADO AO TRATAMENTO COM CYMBALTA. NO ENTANTO, ESTUDOS CLÍNICOS AINDA NÃO FORAM REALIZADOS PARA AVALIAR ESTE PARÂMETRO.
    DROGAS METABOLIZADOS PELA CYP2C9 - RESULTADOS DE ESTUDOS IN VITRO DEMONSTRAM QUE CYMBALTA NÃO INIBE A ATIVIDADE ENZIMÁTICA DA CYP2C9. PORTANTO, NÃO É ESPERADA UMA INIBIÇÃO NO METABOLISMO45 DOS SUBSTRATOS DA CYP2C9. NO ENTANTO, ESTUDOS CLÍNICOS AINDA NÃO FORAM REALIZADOS PARA AVALIAR ESTE PARÂMETRO.
    ÁLCOOL - EMBORA CYMBALTA NÃO AUMENTE O PREJUÍZO DAS HABILIDADES MENTAIS E MOTORAS CAUSADAS PELO ÁLCOOL, SEU USO CONCOMITANTE COM ÁLCOOL NÃO É RECOMENDADO.
    QUANDO CYMBALTA E O ÁLCOOL FORAM ADMINISTRADOS EM TEMPOS DIFERENTES, DE FORMA QUE SEUS PICOS DE CONCENTRAÇÃO COINCIDISSEM, NOTOU- SE QUE O CYMBALTA NÃO AUMENTOU O PREJUÍZO DAS HABILIDADES MENTAL E MOTORA CAUSADO PELO ÁLCOOL. NO BANCO DE DADOS DE ESTUDOS CLÍNICOS COM CYMBALTA, TRÊS PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA TIVERAM LESÕES HEPÁTICAS MANIFESTADAS ATRAVÉS DE ALT E BILIRRUBINA33 TOTAL, COM EVIDÊNCIA DE OBSTRUÇÃO. EM TODOS ESTES CASOS, FOI DESCRITO USO CONCOMITANTE SUBSTANCIAL DE ÁLCOOL, O QUE PODE TER CONTRIBUÍDO PARA AS ANOMALIDADES CONSTATADAS.
    ANTIÁCIDOS9 E ANTAGONISTAS H2 - CYMBALTA TEM UM REVESTIMENTO ENTÉRICO QUE RESISTE À DISSOLUÇÃO NO ESTÔMAGO1 ATÉ ALCANÇAR UM SEGMENTO DO TRATO GASTROINTESTINAL ONDE O pH EXCEDE 5,5. EM CONDIÇÕES EXTREMAMENTE ÁCIDAS, CYMBALTA, DESPROTEGIDO PELO REVESTIMENTO ENTÉRICO, PODE SOFRER UMA HIDRÓLISE, FORMANDO NAFTOL. É ACONSELHÁVEL CUIDADO AO SE ADMINISTRAR CYMBALTA PARA PACIENTES QUE PODEM APRESENTAR RETARDO NO ESVAZIAMENTO GÁSTRICO (POR EXEMPLO, ALGUNS PACIENTES DIABÉTICOS). MEDICAMENTOS QUE AUMENTAM O pH GASTROINTESTINAL PODEM PROMOVER UMA LIBERAÇÃO PRECOCE DE CYMBALTA. ENTRETANTO, A CO-ADMINISTRAÇÃO DE CYMBALTA COM ANTIÁCIDOS9 QUE CONTÊM ALUMÍNIO OU MAGNÉSIO (51 mEq) OU DE CYMBALTA COM FAMODITINA NÃO CAUSOU EFEITO SIGNIFICATIVO NAS TAXAS OU NA QUANTIDADE ABSORVIDA DE CYMBALTA APÓS A ADMINISTRAÇÃO DE UMA DOSAGEM DE 40 mg. NÃO HÁ INFORMAÇÕES SE
    A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE INIBIDORES DA BOMBA DE PRÓTON AFETEM A ABSORÇÃO DE CYMBALTA.
    ERVA DE SÃO JOÃO - A OCORRÊNCIA DE EVENTOS INDESEJÁVEIS PODE SER MAIS COMUM DURANTE O USO CONCOMITANTE DE CYMBALTA COM PREPARAÇÕES FITOTERÁPICAS QUE CONTENHAM A ERVA DE SÃO JOÃO (Hypericum perforatum).
    DROGAS DO SNC - DEVIDO AOS EFEITOS PRIMÁRIOS DE CYMBALTA SEREM SOBRE O SNC, DEVE-SE TOMAR CUIDADO QUANDO O MESMO FOR USADO EM COMBINAÇÃO COM OUTRAS DROGAS QUE AGEM NO SNC.
    DROGAS COM ALTAS TAXAS DE LIGAÇÃO A PROTEÍNAS10 PLASMÁTICAS - CYMBALTA ENCONTRA-SE ALTAMENTE LIGADO A PROTEÍNAS10 PLASMÁTICAS (> 90%). PORTANTO, SUA ADMINISTRAÇÃO A
    PACIENTES TOMANDO OUTRA DROGA QUE ESTEJA ALTAMENTE LIGADA A PROTEÍNAS10 PLASMÁTICAS PODE CAUSAR AUMENTOS DAS CONCENTRAÇÕES LIVRES DA OUTRA DROGA.
    LORAZEPAM - SOB CONDIÇÕES DE ESTADO DE EQUILÍBRIO, CYMBALTA NÃO TEVE NENHUM EFEITO SOBRE A CINÉTICA DO LORAZEPAM E O LORAZEPAM NÃO TEVE NENHUM EFEITO SOBRE A CINÉTICA DE CYMBALTA. A COMBINAÇÃO DE DULOXETINA E LORAZEPAM RESULTOU EM AUMENTO DA SEDAÇÃO, COMPARANDO-SE AO USO DE LORAZEPAM ISOLADO.


    REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS - CYMBALTA®

    DURANTE OS ESTUDOS PARA O TRATAMENTO DO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR, OS SEGUINTES EVENTOS ADVERSOS FORAM DESCRITOS COM O USO DE CYMBALTA:
    MUITO COMUNS: CONSTIPAÇÃO65, BOCA SECA, NÁUSEA21 E DOR DE CABEÇA.
    COMUNS: PALPITAÇÃO24, DIARRÉIA22, VÔMITO23, DISPEPSIA66, DIMINUIÇÃO DO APETITE, PERDA DE PESO, FADIGA, RIGIDEZ MUSCULAR, CONTRAÇÃO MUSCULAR, TONTURA13, LETARGIA, SONOLÊNCIA, TREMOR, SUDORESE67, FOGACHOS, VISÃO TURVA, ANORGASMIA, INSÔNIA, DIMINUIÇÃO DA LIBIDO, ANSIEDADE, DISTÚRBIO DA EJACULAÇÃO, DISFUNÇÃO ERÉTIL,
    BOCEJO, HIPERIDROSE, SUORES NOTURNOS.
    RARAS: TAQUICARDIA68, VERTIGEM25, MIDRÍASE, DISTÚRBIO VISUAL, ERUCTAÇÃO, GASTROENTERITE26, ESTOMATITE27, CALAFRIOS, SENSAÇÃO DE ANORMALIDADE, SENSAÇÃO DE CALOR E/OU FRIO, MAL ESTAR, SEDE, AUMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL, ACHADOS LABORATORIAIS RELACIONADOS A ALTERAÇÕES DA FUNÇÃO HEPÁTICA, AUMENTO DE
    PESO, DISGEUSIA, DISTÚRBIOS DO SONO, AGITAÇÃO, BRUXISMO, HESITAÇÃO URINÁRIA, RUBOR FACIAL, EXTREMIDADES FRIAS.
    MUITO RARAS: DESIDRATAÇÃO28, DESORIENTAÇÃO, REAÇÃO DE FOTOSSENSIBILIDADE.
    DURANTE OS ESTUDOS PARA O TRATAMENTO DA DOR NEUROPÁTICA ASSOCIADA À NEUROPATIA5 DIABÉTICA PERIFÉRICA, OS SEGUINTES EVENTOS ADVERSOS FORAM RELATADOS COM O USO DE CYMBALTA:
    MUITO COMUNS: NÁUSEA21, TONTURA13, DOR DE CABEÇA, SONOLÊNCIA.
    COMUNS: CONSTIPAÇÃO65, BOCA SECA, VERTIGEM25, VISÃO BORRADA, DIARRÉIA22, VÔMITO23, DISPESIA, DIMINUIÇÃO DO PESO, ACHADOS LABORATORIAIS RELACIONADOS A ALTERAÇÕES DA FUNÇÃO HEPÁTICA, LETARGIA, DISGEUSIA, INSÔNIA, ANSIEDADE, FADIGA, DIMINUIÇÃO DO
    APETITE, TREMOR, DISTÚRBIO DO SONO, HESITAÇÃO URINÁRIA, DISFUNÇÃO ERÉTIL, HIPERIDROSE E ONDAS DE CALOR.
    RARAS: PALPITAÇÕES69, TAQUICARDIA68, DISTÚRBIO VISUAL, GASTROENTERITE26, CALAFRIOS, SENSAÇÃO DE ANORMALIDADE, SENSAÇÃO DE CALOR E/OU FRIO, MAL ESTAR, SEDE, AUMENTO DE PESO, RIGIDEZ MUSCULAR, CONTRAÇÃO MUSCULAR, ANORGASMIA, DIMINUIÇÃO DA LIBIDO, AGITAÇÃO, DESORIENTAÇÃO, NOCTÚRIA, DISTÚRBIOS DA EJACULAÇÃO, BOCEJO, SUORES NOTURNOS, RUBOR FACIAL, EXTREMIDADES FRIAS.
    MUITO RARAS: ERUCTAÇÃO, ESTOMATITE27, AUMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL, DESIDRATAÇÃO28, REAÇÃO DE FOTOSSENSIBILIDADE.
    ALÉM DISSO, TONTURA13, NÁUSEA21 E DOR DE CABEÇA ( 5%) FORAM RELATADOS COMO EVENTOS ADVERSOS COMUNS APÓS A INTERRUPÇÃO DE CYMBALTA.
    CONTROLE DA GLICEMIA70 - EM ESTUDOS CLÍNICOS DE CYMBALTA NO TRATAMENTO DA NEUROPATIA5 DIABÉTICA DOLOROSA, A DURAÇÃO MÉDIA DA HISTÓRIA DE DIABETES16 NOS PACIENTES ERA DE APROXIMADAMENTE 11 ANOS. O VALOR MÉDIO DA GLICEMIA DE JEJUM71
    FOI DE 163 mg/dl72 E O VALOR MÉDIO DA HEMOGLOBINA73 GLICOSILADA A1c74 (HbA1c) FOI DE 7,80%. DURANTE ESTUDOS DE 12 SEMANAS E NO ESTUDO DE TRATAMENTO DE ROTINA DE 52 SEMANAS, OBSERVOU- SE UM PEQUENO AUMENTO NA GLICEMIA DE JEJUM71 NOS PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA EM COMPARAÇÃO COM PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO. ESTE AUMENTO FOI SIMILAR NOS DOIS PONTOS DE TEMPO (12 E 52 SEMANAS). EM COMPARAÇÃO COM O GRUPO PLACEBO E COM O GRUPO DE TRATAMENTO DE ROTINA, OS VALORES MÉDIOS DE
    HEMOGLOBINA73 GLICOSILADA (HbA1c) E DA CONCENTRAÇÃO DE LIPÍDIOS (COLESTEROL75, LDL76, HDL77, TRIGLICÉRIDES78) PERMANECERAM ESTÁVEIS, NÃO HOUVE GANHO DE PESO E NÃO HOUVE DIFERENÇA NA INCIDÊNCIA50 DE EVENTOS ADVERSOS GRAVES E NÃO- GRAVES RELACIONADOS AO DIABETES16.
    ALTERAÇÕES LABORATORIAIS - EM ESTUDOS CLÍNICOS CONTROLADOS COM PLACEBO, POR ATÉ 9 SEMANAS NO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR OU POR ATÉ 13 SEMANAS NA NEUROPATIA5 DIABÉTICA DOLOROSA, O TRATAMENTO COM CYMBALTA FOI ASSOCIADO COM PEQUENOS AUMENTOS MÉDIOS NOS VALORES DE ALT, AST, CPK E FOSFATASE ALCALINA. ADICIONALMENTE, O TRATAMENTO COM CYMBALTA FOI ASSOCIADO A ALTERAÇÕES POUCO FREQÜENTES, DISCRETAS, TRANSITÓRIAS E ANORMAIS NOS EXAMES DESCRITOS
    ACIMA QUANDO COMPARADOS AO PLACEBO.
    ALTERAÇÕES DOS SINAIS VITAIS63 - EM ESTUDOS NO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR CONTROLADOS COM PLACEBO POR ATÉ 9 SEMANAS (DOSES DE 40 mg A 120 mg AO DIA), O TRATAMENTO COM CYMBALTA CAUSOU UM AUMENTO DE, EM MÉDIA, 2 mmHg NA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA51, DE 0,5 mmHg NA PRESSÃO ARTERIAL DIASTÓLICA79 E UM AUMENTO NA INCIDÊNCIA50 DE PELO MENOS UMA MEDIDA NA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA51 MAIOR QUE 140 mmHg QUANDO COMPARADO AO PLACEBO. EM ESTUDOS CONTROLADOS COM PLACEBO, POR ATÉ SEMANAS NO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR E POR ATÉ 13 SEMANAS NA DOR NEUROPÁTICA ASSOCIADA À NEUROPATIA5 DIABÉTICA PERIFÉRICA, O TRATAMENTO COM CYMBALTA FOI ASSOCIADO A UM PEQUENO AUMENTO NA FREQÜÊNCIA CARDÍACA DE
    APROXIMADAMENTE 2 BATIMENTOS POR MINUTO QUANDO COMPARADO AO PLACEBO.
    ALTERAÇÕES NO PESO - NOS ESTUDOS CLÍNICOS CONTROLADOS COM PLACEBO NO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR, PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA POR ATÉ 9 SEMANAS TIVERAM UMA PERDA MÉDIA DE PESO DE APROXIMADAMENTE 0,5 kg, COMPARADO COM UM GANHO MÉDIO DE PESO DE APROXIMADAMENTE 0,2 kg NOS PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO.
    NOS ESTUDOS CLÍNICOS CONTROLADOS COM PLACEBO NA DOR NEUROPÁTICA ASSOCIADA À NEUROPATIA5 DIABÉTICA PERIFÉRICA PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA POR ATÉ 13 SEMANAS TIVERAM PERDA MÉDIA DE PESO DE APROXIMADAMENTE 1,1 kg, COMPARANDO- SE
    A UM GANHO MÉDIO DE PESO DE APROXIMADAMENTE 0,2 kg NOS PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO.
    ALTERAÇÕES NO ELETROCARDIOGRAMA80 - FORAM OBTIDOS ELETROCARDIOGRAMAS DE 321 PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA E DE 169 PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO EM UM ESTUDO CLÍNICO DE 8 SEMANAS PARA O TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR. O ÍNDICE CORRIGIDO DO INTERVALO QT (QTC) NOS PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA NÃO DIFERIU DAQUELE DOS PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO. NÃO FORAM OBSERVADAS DIFERENÇAS CLINICAMENTE SIGNIFICANTES NOS INTERVALOS QT, PR E QRS ENTRE PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA E PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO.
    FORAM OBTIDOS ELETROCARDIOGRAMAS DE 528 PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA E DE 205 PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO NOS ESTUDOS COM ATÉ 13 SEMANAS DE DURAÇÃO, NO TRATAMENTO DA DOR NEUROPÁTICA ASSOCIADA À NEUROPATIA5 DIABÉTICA PERIFÉRICA.
    O ÍNDICE CORRIGIDO DO INTERVALO QT (QTC) EM PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA NÃO DIFERIU DAQUELE DOS PACIENTES QUE FORAM TRATADOS COM PLACEBO. NÃO FORAM OBSERVADAS DIFERENÇAS CLINICAMENTE SIGNIFICATIVAS NAS MEDIDAS DOS INTERVALOS QT, PR, QRS OU QTC ENTRE PACIENTES TRATADOS COM CYMBALTA E AQUELES TRATADOS COM PLACEBO.
    A SEGUINTE LISTA DE EVENTOS INDESEJÁVEIS (REAÇÕES ADVERSAS) BASEADA EM RELATOS ESPONTÂNEOS E AS FREQUÊNCIAS DE RELATO SÃO FORNECIDAS:
    RARAS (0,01% - 0,1%): ERUPÇÃO CUTÂNEA
    MUITO RARAS (< 0,01%): GLAUCOMA8, HEPATITE30 E ICTERÍCIA32, REAÇÃO ANAFILÁTICA34, AUMENTO DA ALANINA AMINOTRANSFERASE, AUMENTO DA FOSFATASE ALCALINA, AUMENTO DA ASPARTATO
    AMINOTRANSFERASE, AUMENTO DA BILIRRUBINA33, HIPONATREMIA, EDEMA ANGIONEURÓTICO36, SÍNDROME38 DE STEVENS- JOHNSON, URTICÁRIA37, HIPOTENSÃO39 ORTOSTÁTICA E SÍNCOPE40, ESTES DOIS ÚLTIMOS ESPECIALMENTE NO INÍCIO DO TRATAMENTO.
    ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO, INFORME SEU MÉDICO.


    SUPERDOSE - CYMBALTA®
    Experiência em humanos - A experiência clínica existente com relação a superdose de duloxetina em humanos é limitada. Nos estudos clínicos pré-comercialização, não foi relatado nenhum caso fatal de superdose aguda de duloxetina. Foram relatadas quatro ingestões agudas não fatais de duloxetina (300 a 1400 mg), isolada ou em combinação com outras drogas.
    Experiência em animais
    Nos estudos em animais, os principais sinais81 de toxicidade com superdose estavam relacionados a manifestações dos sistemas nervoso central e gastrointestinal, incluindo tremores, convulsões clônicas, ataxia82, vômito23 e diminuição do apetite.
    Tratamento da superdose
    Não há antídoto43 específico para CYMBALTA. No caso de superdose aguda, o tratamento deve consistir daquelas medidas gerais empregadas no manejo da superdose com qualquer droga. São recomendados o estabelecimento de ventilação e oxigenação das vias aéreas adequadas e monitoração dos sinais vitais63 e cardíacos, junto com medidas de suporte e sintomáticas apropriadas. Indução de vômito23 não é recomendada.
    Lavagem gástrica83 pode ser indicada se realizada logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. Carvão ativado pode ser útil para diminuir a absorção. Diurese84 forçada, diálise18, hemoperfusão e transfusão85 provavelmente não serão benéficas uma vez que CYMBALTA tem grande volume de distribuição.
    No tratamento da superdose, considerar a possibilidade do envolvimento de múltiplas drogas. Cuidado específico envolve os pacientes que estão tomando ou tomaram recentemente CYMBALTA e possam ter ingerido quantidade excessiva de um antidepressivo tricíclico. Neste caso, acúmulo do tricíclico e/ou dos seus metabólitos ativos pode aumentar a possibilidade de seqüelas clinicamente significantes e estender o
    tempo necessário de observação clínica cuidadosa (ver INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).


    ARMAZENAGEM - CYMBALTA®

    CYMBALTA deve ser armazenado à temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da
    luz, calor e umidade. Mantidas estas condições de armazenamento, o prazo de validade
    do produto é de 2 anos.

    Produto controlado pela Portaria 344/98 - Lista C1

    REGISTRO MS - 1.1260.0164
    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

    Farm. Resp.: Dalton Nivoloni - CRF-SP nº 11422
    Fabricação, validade e número de lote, vide rótulo e cartucho.

    Fabricado e embalado por: Eli Lilly and Company, Indianápolis - IN, EUA
    Distribuído por: Eli Lilly do Brasil Ltda., Av. Morumbi, 8264, São Paulo - SP
    CNPJ 43.940.618/0001- 44.

    SAC CYMBALTA
    0800 723 6666
    Serviço de Atendimento ao Cliente
    Caixa Postal 21.313.6
    CEP 04602- 970
    E- mail: sac_brasil@lilly.com

    FAX: 0800 701 0440



    CYMBALTA® - Laboratório

    CYCRAM

    CYCRAM
    Ciclofosfamida
    Comprimidos Revestidos e Liófilo Injetável


    FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES: - CYCRAM
    Cycram apresenta- se sob as formas de comprimidos revestidos e liófilo injetável.Os comprimidos revestidos de Cycram são redondos, de coloração branca, para administração oral, contendo 50mg de Ciclofosfamida cada. Acondicionados em frascos plásticos opacos com 50 comprimidos.
    O liófilo injetável de Cycram, de coloração branca, contendo 200mg ou 1g de Ciclofosfamida, destina- se à administração parenteral, após sua reconstituição com o diluente apropriado. Caixas contendo 10 frascos-ampolas, para a apresentação de 200mg, e 1 ou 10 frasco(s)-ampola(s) para a apresentação de 1g.

    USO ADULTO E PEDIÁTRICO


    COMPOSIÇÃO: - CYCRAM

    Comprimido revestido de 50mg:
    Cada comprimido revestido contém:
    Ciclofosfamida ....................50 mg
    Hidroxipropilcelulose ....................100 mg
    Lactose ....................43,2 mg
    Povidona ....................04,8 mg
    Estearato de Magnésio ....................2 mg
    Hidroxipropilmetilcelulose ....................13 mg
    Dióxido de Titânio ....................1,3 mg
    Propilenoglicol ....................q.s.

    Liófilo injetável de 200mg:
    Cada frasco- ampola contém:
    Ciclofosfamida ....................200 mg
    Cloreto de Sódio ....................90 mg

    Liófilo injetável de 1g:
    Cada frasco- ampola de 1g contém:
    Ciclofosfamida ....................1000 mg
    Cloreto de Sódio....................450 mg




    INFORMAÇÕES AO PACIENTE: - CYCRAM
    O medicamento (tanto os comprimidos revestidos como o liófilo injetável) deve ser conservado em sua embalagem original, sob temperatura entre 15 ºC e 25 ºC, ao abrigo da luz, calor e umidade excessiva.Reconstituir Cycram Injetável somente em Água Estéril para Injeções. Após a reconstituição, sob temperatura ambiente, caso ocorra precipitação ou turbidez da solução, o produto deverá ser descartado.
    O prazo de validade de Cycram (tanto para os comprimidos revestidos como para o liófilo injetável) é de 36 meses, a contar das suas datas de fabricação, nas condições acima citadas, estando esses dados impressos em suas embalagens externas.
    Qualquer conteúdo remanescente no frasco- ampola de Cycram Injetável deve ser descartado.

    " NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO"

    Informe seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe seu médico se está amamentando.
    Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
    Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

    " TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS"

    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

    " NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE".
    Cycram Comprimidos Revestidos é para uso exclusivamente oral.
    Cycram Injetável é para uso parenteral, por vias intravenosa, intramuscular, intrapleural ou intraperitoneal.


    INFORMAÇÕES TÉCNICAS - CYCRAM

    Modo de Ação:
    Ciclofosfamida é uma mostarda alquilante.
    Após sua conversão em metabólitos ativos no fígado2.Cilcofosfamisa atua como um agente alquilante, interferindo na replicação do DNA e na transdrição do RNA, resultando em interrupção da função do ácido nucléico.
    Ciclofosfamisa tem propriedades fosforilantes que aumentam sua citotoxicidade.
    Ciclofosfamida também apresenta potente atividade imunossupressora.

    Farmacocinética:
    Ciclofosfamida é bem absorvida após administração oral, com biodisponibilidade maior que 75‰.
    A concentração plasmática máxima ocorre em torno de 1 hora.
    A droga inalterada tem meia- vida de 3 a 12 horas. A maior parte da dose é eliminada na forma de metabólitos, porém, de 5‰ a 25‰ da dose é excretada na urina3, sob forma inalterada.
    Ainda não se sabe qual é a atividade específica de cada metabólito. Vários metabólitos citotóxicos e não- citotóxicos têm sido identificados na urina3 e no plasma4. Concentrações plasmáticas dos metabólitos atingem o pico máximo após 2 a 3 horas da dose intravenosa.
    Ciclofosfamida liga- se pouco à proteínas5 plasmáticas, porém alguns metabólitos ligam-se em até 60‰.
    Apesar de ocorrer um aumento nos níveis de metabólitos em pacientes com comprometimento renal6, não foi observado aumento dos efeitos tóxicos nesses pacientes.
    Ciclofosfamida e seus metabólitos distribuem- se rapidamente através do corpo todo, inclusive no cérebro e SNC.
    Ciclofosfamida atravessa a barreira placentária e é excretada no leite materno.
    Ciclofosfamida é metabolizada no fígado2 pelo sistema enzimático de função mista da oxidase dos microssomos hepáticos para 4- hidroxiciclofosfamida, que está em equilíbrio com a aldofosfamida. A 4-hidroxiciclofosfamida pode ser metabolizada enzimaticamente para 4-cetociclofosfamida. Aldofosfamida pode ser metabolizada enzimaticamente para carboxifosfamida, mostarda fosforamida e acroleína. Alguns estudos demostraram que mostarda fosforamida e acroleína podem aumentar as propriedades citotóxicas da Ciclosfofamida.
    Ciclofosfamida e seus metabólitos são excretados, principalmente, na urina3, sendo que 36‰ a 99‰ da dose é eliminada em 48 horas.


    INDICAÇÕES: - CYCRAM
    Cycram é um agente antineoplásico usado no tratamento de linfomas malignos, doença de Hodgkin7, linfoma8 linfocítico (nodular ou difuso), linfomas de células mistas, linfoma8 histiocítico, linfoma8 de Burkitt, mieloma9 múltiplo, leucemia10 linfocítica crônica, leucemia10 granulocítica crônica, leucemias mielogênica e monocítica agudas, leucemia10 linfoblástica aguda em crianças, linfoma8 de célula11- T cutânea, neuroblastoma, adenocarcinoma12 de ovário13, retinoblastoma e carcinoma14 de mama.Devido à sua ação imunomoduladora, pode ser usado em artrite reumatóide15, granulose de Wegener, lupo eritematoso sistêmico, poliomiosite, esclerose múltipla16 e na profilaxia de rejeição a transplantes. Contudo, o uso de Cycram, em situações que não envolvem neoplasias, deve ser feito com extremo cuidado, porque este medicamento possui potencial carcinogênico.


    CONTRA-INDICAÇÕES: - CYCRAM
    Cycram é contra- indicado nas seguintes situações:
    *Varicela17 existente ou recente;
    *Herpes zoster18;
    *Pacientes que apresentaram hipersensibilidade à Ciclofosfamida ou a qualquer outro componente da fórmula deste medicamento;
    *Pacientes com depressão de medula óssea grave;
    *Pacientes que receberam terapia anterior com pentostatina.

    Cycram deve ser utilizado com cautela nas seguintes situações:
    *Pacientes com leucopenia19;
    *Pacientes com trombocitopenia20;
    *Pacientes com tumor21 de células de infiltração de medula óssea;
    *Pacientes que receberam terapia prévia com raio X;
    *Pacientes tratados previamente com outros agentes citotóxicos;
    *Pacientes com função renal6 ou hepática prejudicada.


    PRECAUÇÕES GERAIS: - CYCRAM
    Cycram pode reprimir o início do mecanismo de ativação do sistema imunológico. Assim, a dose de controle ou a descontinuidade do tratamento em pacientes com infecção22 viral, fúngica ou bacteriana devem ser consideradas.A administração de Cycram a pacientes recentemente tratados com esteróides, a pacientes com administração concomitante de drogas esteroidais pode ser fatal e deve ser feita após criteriosa avaliação e com muita cautela.
    São necessários ajustes nas doses de Cycram e doses de reposição de esteróides em pacientes adrenalectomizados.
    Cycram pode interferir na cicatrização normal de feridas.
    Cardiotoxicidade tem sido observada em alguns pacientes recebendo altas doses de Cycram (120 a 270mg/Kg), administradas por um período de alguns dias, geralmente, como parte de um tratamento intensivo com vários antineoplásicos ou junto a procedimentos para transplantes.
    Em alguns casos, após a administração de altas doses de Cycram têm ocorrido grave insuficiência cardíaca congestiva23 (ICC), às vezes fatal. Este efeito pode ocorrer até mesmo alguns dias após a primeira dose.
    Exame histopatológico demonstrou, primariamente, miocardite24 hemorrágica. Nenhuma outra anormalidade cardíaca, evidenciada por eletrocardiograma25 ou ecocardiograma26, foi observada em pacientes que sobreviveram a episódios de cardiotoxicidade, aparentemente associada com altas doses de Cycram.
    Doenças malignas secundárias podem desenvolver- se em alguns pacientes tratados com Cycram, usado em terapia única ou associado à outras drogas antineoplásicas. As mais freqüentes estão relacionadas à doenças malignas da bexiga27, doenças malignas mieloproliferativas ou linfoproliferativas.
    Doenças malignas secundárias são detectadas freqüentemente em pacientes portadores de doenças primárias mieloproliferativas ou linfoproliferativas, malignas ou não- malignas, nos quais as respostas imunes estão envolvidas patologicamente.
    Doenças malignas secundárias de bexiga27 ocorrem, geralmente, em pacientes que tiveram cistite28 hemorrágica.
    Cistite28 hemorrágica pode surgir em pacientes tratados com Cycram, e considera- se que é um efeito relacionado a um metabólito. Para reduzir o risco de cistite28 hemorrágica, deve-se proceder a hidratação oral adequada antes do tratamento com Cycram e após 72 horas, a fim de assegurar amplo rendimento urinário. O paciente deve ser estimulado a usar Cycram pela manhã, pois, desta maneira, a maioria dos metabólitos será excretada até a noite, prevenindo o contato noturno prolongado com os metabólitos e, conseqüentemente, irritação da bexiga27. Ao primeiro sinal29 de cistite28 hemorrágica, suspender o uso de Cycram. Células epiteliais atípicas de bexiga27 são observadas na urina3.
    O desenvolvimento de nefropatia30 por ácido úrico, em pacientes com leucemia10 ou linfoma8, pode ser prevenido por hidratação oral adequada, e em alguns casos, com a administração de alopurinol. A alcalinização da urina3 pode ser necessária se a concentração sérica de ácido úrico estiver elevada.
    Leucopenia19 é usada como referência para os efeitos esperados do tratamento. Anemia31 pode ocorrer em alguns pacientes sendo de caráter reversível. No caso de leucopenia19 acentuada (principalmente, granulocitopenia) ou trompocitopenia, a terapia deve ser suspensa até que os níveis de leucócitos32 e plaquetas33 sejam satisfatórios e, então, reiniciar a terapia com doses menores. Os pacientes com leucopenia19 devem ser cuidadosamente monitorados quanto aos sinais34 de infecção22. Pode haver necessidade do uso de antibióticos. Em pacientes neutropênicos e com febre35, utilizar, inicialmente, antibióticos de largo espectro até o diagnóstico36 microbiano ser definido.
    A depressão medular óssea pode aumentar a incidência37 de infecção22 microbiana, cura demorada e hemorragia38 gengival.
    No tratamento com Cycram também tem sido observado supressão das gônadas, resultando em amenorréia39 ou aspermatismo. Contudo, apesar de estes efeitos serem reversíveis devem ser considerados.

    Uso na gravidez1 e lactação40:
    A droga demonstrou possível teratogenicidade em animais e absorção pelo feto.
    Cycram somente deve ser usado durante a gravidez1 quando os possíveis benefícios para a mãe superarem claramente os potenciais riscos para o feto.
    Homens e mulheres férteis devem ser informados do potencial mutagênico da droga e orientados a usarem métodos anticoncepcionais adequados, durante a terapia com Cycram.
    Cycram é excretado no leite materno. A amamentação41 deve ser suspensa durante a terapia.

    Uso em crianças:
    Cycram pode ser usado em crianças, adequando- se as doses à essa faixa etária.


    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: - CYCRAM
    Mesna é um composto sulfidril sintético que interage com os metabólitos urotóxicos de Cycram e outros derivados oxazafosforínicos, diminuindo a gravidade ou prevenindo toxicidade de bexiga27 (como cistite28 hemorrágica) induzida por essas drogas.
    Devido à cardiotoxicidade potencial, deve- se ter cautela na administração concomitante de Cycram e outras drogas cardiotóxicas como a doxorrubicina.
    Barbitúricos e outras drogas que induzem enzimas microssomais hepáticas podem resultar em aumento dos efeitos farmacológicos e da toxicidade de Cycram devido ao aumento da conversão da droga em metabólitos ativos. Apesar de a importância clínica completa dessa interação não ter sido estabelecida, é importante monitorar pacientes que recebem essas drogas simultaneamente quanto à toxicidade de Cycram.
    O uso simultâneo de azatioprina, ciclosporina, mercaptopurina e corticóides pode aumentar o risco de infecção22 e desenvolvimento de neoplasias.
    Cycram pode potencializar os efeitos induzidos pela doxorrubicina.
    Devido ao aumento da concentração de ácido úrico no sangue42, pode ser necessário adequar a dose de alopurinol, colchicina, probenecida ou sulfimpirazona.
    Cycram pode reduzir as concentrações séricas de pseudocolinesterase e pode prolongar o bloqueio da atividade neuromuscular da succinilcolina, especialmente, em pacientes que estão recebendo altas doses de Cycram por via intravenosa. Apesar de a importância clínica dessa interação não ter sido devidamente esclarecida, recomenda- se cautela no tratamento.
    Cycram pode interferir com vacinas de vírus43 vivos porque, estando suprimidos os mecanismos de defesa normal, pode haver potencialização da replicação do vírus43 da vacina44 e diminuição na formação de anticorpos45.


    REAÇÕES ADVERSAS: - CYCRAM
    Disfunções cardíacas, insuficiência cardíaca congestiva23 (ICC), doenças malignas de bexiga27, doenças malignas linfoproliferativas, doenças malignas mieloproliferativas, leucopenia19, anemia31, anorexia46, náusea47, vômito48, ulceração da mucosa49 oral, icterícia50, colite51 hemorrágica, cistite28 hemorrágica e não- hemorrágica, hematúria52, toxicidade renal6 manifestada por hemorragia38 e conglobação na pélvis renal6, amenorréia39, aspermatismo, fibrose ovariana, alopecia, pigmentação da pele e mudanças nas unhas53, e fibrose intersticial pulmonar.


    POSOLOGIA: - CYCRAM
    *Adultos:
    No tratamento com Cycram, como antineoplásico, a dose inicial para pacientes com quadro hematológico normal pode ser de 40 a 50mg/Kg, por via intravenosa, dividida em um período de 2 a 5 dias, ou doses de 10 a 15mg/Kg, a cada 7 a 10 dias, ou ainda doses de 3 a 5mg/Kg, 2 vezes por semana. A dose de manutenção pode seguir os mesmos padrões.
    Para o tratamento de pacientes que foram tratados previamente com terapia de raio X ou agentes antineoplásicos, os quais deprimem a medula óssea, ou em pacientes cuja medula possui infiltrações tumorais, a dose recomendada é a metade ou um terço da dose inicial.
    A dose para uso oral deve ser de 1 a 5mg/Kg por dia, tanto para dose inicial como para a dose de manutenção.
    Como imunomodulador, a dose pode variar de 1 a 2mg/Kg ao dia.

    *Crianças:
    A dose no tratamento com Cycram, como antineoplásico, tanto para uso oral como para uso intravenoso, pode ser de 2 a 8mg/Kg por dia ou 60 a 250mg/m2 por dia, fracionada em 6 ou mais dias. A dose total de 7 dias pode ser administrada uma vez por semana.
    Para manutenção, a dose pode ser de 2 a 5mg/Kg, por via oral, 2 vezes por semana, e a dose intravenosa, de 10 a 15mg/Kg, por via intravenosa, a cada 7 a 10 dias, ou 30mg/Kg, em intervalos de 3 a 4 semanas, ou até a medula óssea recuperar- se.
    Como imunomodulador, na Síndrome Nefrótica54, a dose recomendada é de 2,5 a 3mg/dia, por um período de 60 a 90 dias.
    Tanto para adultos como para crianças deve- se monitorar a quantidade de células brancas sangüíneas e respeitar o limite de tolerância do paciente ao tratamento, fazendo-se adequação de dose quando necessário, e evitando leucopenia19 e outras infecções mais complicadas.


    ADMINISTRAÇÃO: - CYCRAM

    *Pó Liófilo Injetável:
    Como se trata de um agente antineoplásico, devem ser considerados os procedimentos específicos quanto à manipulação e descarte dessas drogas. Supervisão médica, por especialistas nesta área, é necessária.
    Devem ser observados todos os cuidados de assepsia durante toda a manipulação do medicamento até o término da injeção55.
    Soluções para administração parenteral devem ser inspecionadas visualmente em relação à partículas em suspensão ou descoloração da solução ou depósitos, caso a solução e a embalagem permitam.
    Soluções reconstituídas de Cycram Injetável podem ser administradas por vias intravenosa, intramuscular, intraperitoneal e intrapleural.
    Qualquer porção não utilizada da solução reconstituída deve ser descartada.

    Reconstituição:
    Cycram Injetável deve ser reconstituído em Água Estéril para Injeções. Usar a quantidade de diluente apresentada abaixo para reconstituir o produto:

    Dose Quantidade de Diluente
    200 mg 10 mL
    1g 50 mL

    A solução obtida pode ser, posteriormente, diluída em Dextrose56 Injetável 5‰, Dextrose56 e Cloreto de Sódio Injetável (5‰ e 0,9‰), Dextrose56 5‰ e Ringer Injetável, Cloreto de Sódio Injetável 0,45‰, Lactato de Sódio 1/6M Injetável.
    A solução reconstituída de Cycram não contém conservantes antimicrobianos devendo ser portanto, usada imediatamente, após reconstituição, ou dentro de um período máximo de 6 horas.
    Preparações líquidas extemporâneas de Cycram para uso oral podem ser preparadas pela diluição de Cycram Injetável em veículo apropriado (ex: Elixir Aromático). A concentração dessa solução deve ser 1 a 5mg de Ciclofosfamida por mL. Essa preparação deve ser conservada sob refrigeração por até 14 dias.

    *Comprimidos Revestidos:
    Os comprimidos de Cycram devem ser deglutidos inteiros, preferencialmente, com estômago57 vazio e com bastante água. Se ocorrer desconforto gástrico, as doses podem ser fracionadas e ingeridas com alimentos. Não mastigar.
    Lavar as mãos após tocar os comprimidos.


    SUPERDOSAGEM: - CYCRAM
    Não se conhece nenhum antídoto58 específico para Cycram. O tratamento para superdosagem deve conter medidas de suporte, incluindo tratamento apropriado para qualquer infecção22 presente. Mielossupressão ou toxicidade cardíaca podem ocorrer.




    USO RESTRITO A HOSPITAIS


    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


    CYCRAM - Laboratório

    CYCLOFEMINA SUSPENSÃO INJETÁVEL

    Composição - CYCLOFEMINA SUSPENSÃO INJETÁVEL
    cada 0,5 ml de suspensão injetável contém:acetato de medroxiprogesterona 25,0 mg; cipionato de estradiol 5,0 mg. Veículo q.s.p. 0,5 ml.


    Posologia e Administração - CYCLOFEMINA SUSPENSÃO INJETÁVEL
    uma injeção1 mensal, por via intramuscular profunda, preferencialmente na região glútea. Na primeira vez que se usa Cyclofemina deve ser administrado entre o 1º e o 5º dia depois do início do ciclo menstrual, contando o primeiro dia da menstruação2 como o primeiro dia do ciclo. A segunda injeção1 deve ser aplicada entre o 27º e o 33º dia depois da primeira aplicação (30 dias + 3), qualquer que seja a data em que se apresente a menstruação2 a qual depois da primeira injeção1, pode adiantar- se até 10 dias de sua data normal. As injeções seguintes devem aplicar-se seguindo o mesmo intervalo de 27 a 33 dias depois da injeção1 anterior. As menstruações devem regressar à sua freqüência normal. Uma vez aplicada a injeção1, para facilitar recordar os dias apropriados à seguinte aplicação, consulte o calendário, que indicará a data em que se aplicou a última injeção1. Realizar cada injeção1 precisamente nas datas indicadas é de suma importância para assegurar uma proteção completa contra a gravidez3. Em caso de haver deixado passar os dias indicados para aplicar Cyclofemina, recomenda-se esperar até que se apresente a menstruação2 seguinte, antes de reiniciar o tratamento (sempre entre o 1º e o 5º dia do ciclo menstrual) e, durante o tempo de espera, recorrer a um método anticoncepcional não hormonal. Para facilitar os dias de aplicação, Cyclofemina é acompanhado do prático calendário à prova de erros, onde a paciente poderá ver de maneira fácil e anotar a data da sua próxima aplicação, permitindo conservar um registro exato e sensível de consultar sobre sua terapia contraceptiva com Cyclofemina. Superdosagem: não se tem reportado casos de superdosagem com Cyclofemina. As sobredoses do esteróides provocariam náuseas4, vômitos5 e cefaléia6. As mulheres podem apresentar sangramento por deprivação. Em tal caso, recomenda-se esperar que se restabeleça o padrão de sangramento regular.


    Precauções - CYCLOFEMINA SUSPENSÃO INJETÁVEL
    como qualquer outro esteróide. Cyclofemina não deve ser administrado durante a gestação ou se existe suspeita de gravidez3. O componente estrogênico dos contraceptivos hormonais combinados pode induzir a diminuição do leite materno. Não se recomenda sua utilização durante a lactação7. Os estudos pré- clínicos de toxicidade aguda, subaguda e crônica com Cyclofemina utilizando esquema da dosificação sensíveis e múltiplos, não demonstraram efeitos relevantes para o ser humano. A DL\dn4 50 é maior que 1000 mg/kg em todas as espécies estudadas, e não se relatou potencial tóxico em médio e longo prazo. In vitro ou in vivo não foram observadas teratogenicidade, embriotoxicidade ou capacidade mutagênica com a administração prolongada do Cyclofemina. Interações medicamentosas: Cyclofemina, como qualquer outro contraceptivo hormonal oral ou parenteral, pode diminuir a resposta antidepressiva dos tricíclicos, assim como aumenta a freqüência de efeitos tóxicos pelo emprego simultâneo de compostos com estrogênio. Anticonvulsivantes como o fenobarbital, primidona, carbamazepina e fenitoína, ao induzirem as enzimas hepáticas, podem reduzir o efeito contraceptivo. O emprego de drogas como a rifampicina ou certos antibióticos como a ampicilina podem diminuir também o efeito contraceptivo. Nestes casos, sugere-se o uso concomitante de um outro método contraceptivo não hormonal (de barreira), quando se administra Cyclofemina simultaneamente com estes fármacos.


    Reações adversas - CYCLOFEMINA SUSPENSÃO INJETÁVEL
    observa- se incidência8 mínima de efeitos colaterais que são mais freqüentes nos ciclos iniciais, como sangramento intermenstrual, alteração do padrão normal de sangramento e raramente amenorréia9, náuseas4, vômitos5, cefaléia6, alteração do peso corporal também podem ser observados. Os efeitos secundários, tais como, acne10, hirsutismo11, mastalgia, mastodinia, alterações metabólicas, hepatopatias e irritabilidade não têm sido observados com o uso de Cyclofemina.


    Contra-Indicações - CYCLOFEMINA SUSPENSÃO INJETÁVEL
    contra- indicações absolutas: é contra-indicado nas portadoras de trombose venosa profunda12; nos episódios tromboembólicos; doença vascular13 cerebral e coronariana; hipertensão arterial14 moderada à severa; presença de mais de um fator de risco15 reconhecido de doença arterial; hepatopatias passadas ou presentes; antecedentes da icterícia16 durante gestações anteriores ou devido ao uso de esteróides; porfiria17; colelitíase18; tumores hepáticos benignos ou malignos; carcinoma19 de mama; neoplasias estrógeno20-dependentes; hiperplasia endometrial21 ou sangramento vaginal não identificado; gravidez3 diagnosticada ou suspeita; hiperlipoproteinemia, galactorréia22; mulheres com citologia grau III ou mais no Papanicolau23, hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Contra-indicações relativas: epilepsia24, enxaqueca25, diabetes mellitus26 e depressão severa. Se algumas das condições anteriores se agravar ou se as provas de função hepática tornarem-se alteradas, deve-se descontinuar o tratamento com o produto.


    Indicações - CYCLOFEMINA SUSPENSÃO INJETÁVEL
    é um contraceptivo hormonal, parenteral, de aplicação mensal, indicado na prevenção da gravidez3.


    Apresentação - CYCLOFEMINA SUSPENSÃO INJETÁVEL
    estojo com 1 ampola contendo 0,5 ml de suspensão injetável.





    CYCLOFEMINA SUSPENSÃO INJETÁVEL - Laboratório

    CUTISANOL Po Med

    Composição - CUTISANOL Po Med.
    SILICATO DE MAGNESIO, DIIODOTIMOL, OXIDO DE ZINCO, SUBGALATO DE BISMUTO.


    Posologia e Administração - CUTISANOL Po Med.
    APLICACAO EM MASSAGENS. LAVAR E SECAR O LOCAL AFETADO ANTES DE POLVILHAR CUTISANOL.


    Indicações - CUTISANOL Po Med.
    CICATRIZANTE, SECATIVO, ANTISSEPTICO, IRRITACOES, ERUPCOES, ERITEMAS, ECZEMAS, PREVENCAO DAS ESCARAS DE DECUBITO


    Apresentação - CUTISANOL Po Med.
    TUBOS COM 150 G.



    CUTISANOL Po Med. - Laboratório

    CUTISANOL Pó

    Composição - CUTISANOL Pó
    silicato de magnésio, diiodotimol, óxido dezinco, subgalato de bismuto.


    Posologia e Administração - CUTISANOL Pó
    lavar e secar o local afetado antes de polvilhar Cutisanol.


    Indicações - CUTISANOL Pó
    cicatrizante, secativo, anti- séptico, irritações, erupções, eritemas, eczemas, prevenção das escaras de decúbito


    Apresentação - CUTISANOL Pó
    tubos com 150 g.





    CUTISANOL Pó - Laboratório

    CUTISANOL GEL

    Composição - CUTISANOL GEL
    subgalato de bismuto; óxido de zinco eexcipiente absorvente.


    Indicações - CUTISANOL GEL
    hidradante e emoliente, anti- séptico secativo, nos casos de eczemas, eritemas, dermatites, brotoejas e queimaduras solares.


    Apresentação - CUTISANOL GEL
    tubos com 100 g.





    CUTISANOL GEL - Laboratório

    CUROSURF

    Curosurf

    Surfactante

    Uso pediátrico




    Formas farmacêuticas e apresentações - CUROSURF

    Suspensão estéril para aplicação única para administração intratraqueal ou intrabronquial. Frascos com 1,5 ml, contendo 120 mg de fração fosfolipídica de pulmão1 porcino.


    Composição - CUROSURF

    Cada frasco com 1,5 ml contém: Ingredientes ativos: Fração fosfolipídica de pulmão1 porcino 120 mg. Excipientes: Cloreto de sódio 13,5 mg; Solução aquosa para injeção2 1,5 ml. CUROSURF é um surfactante natural preparado a partir de pulmões3 porcinos, contendo quase que exclusivamente lípides polares, principalmente fosfatidilcolina (aproximadamente 70% do conteúdo total de fosfolípides ) e, aproximadamente, 1% de proteínas4 específicas hidrofóbicas de baixo peso molecular SP- B e SP-C.


    Informações sobre condições de estocagem - CUROSURF

    Armazenamento: O medicamento deve ser mantido sob refrigeração a 4ºC, ao abrigo da umidade. Validade: O prazo da validade é de 12 meses, a partir da data de fabricação impressa na embalagem do produto.


    Indicações para uso - CUROSURF

    Tratamento de recém- nascidos prematuros, com síndrome5 do desconforto respiratório (RDS) ou síndrome5 das membranas hialinas.


    Posologia e forma de administração - CUROSURF

    O medicamento é administrado em dose única de 100 ou 200 mg/kg de peso (1,25- 2,5 ml/kg) pela via intratraqueal. Pode-se administrar uma ou duas doses suplementares de 100 mg/kg cada uma, em intervalos de, pelo menos, 12 horas cada um, em crianças que estão ainda submetidas à ventilação ou que necessitam de oxigênio. É recomendável iniciar o tratamento, tão precocemente quanto possível, após o diagnóstico6 da RDS.

    FARMALAB Indústrias Químicas e Farmacêuticas Ltda.
    Uma Empresa do Grupo Chiesi Farmaceutici SPA.



    CUROSURF - Laboratório

    CUPRIMINE

    Composição - CUPRIMINE
    penicilamina.


    Precauções - CUPRIMINE
    médicos que planejam usar penicilamina devem familiarizar- se com sua toxicidade, considerações posológicas especiais e benefícios terapêuticos.


    Indicações - CUPRIMINE
    doença de Wilson, cistinúria e artrite reumatóide1 grave ativa.


    Apresentação - CUPRIMINE
    frascos com 50 cápsulas de 250 mg.





    CUPRIMINE - Laboratório

    Monday, February 21, 2011

    CTL

    CTL


    Clotrimazol 10mg


    HERTZ


    AntiMicótico



    FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - CTL

    CTL é apresentado na forma de creme dermatológico em bisnaga com 20g e solução spray com 30 ml.

    USO TÓPICO1



    USO ADULTO E PEDIÁTRICO



    COMPOSIÇÃO - CTL®

    Cada 1g de creme contém:

    clotrimazol ....................................................................................... 10 mg

    excipientes: macrogol cetoestearil éter- 6, macrogol cetoestearil éter-25, propilenoglicol, metilparabeno, propilparabeno, petrolato líquido, álcool cetoestearílico e água deionizada.



    Cada ml de solução contém:

    clotrimazol ....................................................................................... 10 mg

    veículo: álcool isopropílico, miristato de isopropila, povidona, álcool benzílico.




    INFORMAÇÕES AO PACIENTE - CTL®

    COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
    CTL nas formas farmacêuticas creme e solução é um medicamento para o tratamento de micoses da pele e unhas2. O clotrimazol, substância ativa do medicamento, penetra nas camadas afetadas e ataca os fungos no local.

    Como resultado, os fungos morrem ou seu crescimento é inibido.


    POR QUE ESTE MEDICAMENTO FOI INDICADO?

    CTL é um medicamento para o tratamento de infecções fúngicas (micoses) da pele e da mucosa3 causadas por dermatófitos, leveduras e outros microorganismos, como Malassezia furfur e infecções da pele causadas por Corynebacterium minutissimum. Isso pode ocorrer, por exemplo, nas seguintes formas: micoses dos pés (pé- de-atleta), entre os dedos das mãos ou dos pés, no sulco da base da unha (paroníquia4), também em combinação com micoses das unhas2; infecções da pele infectadas adicionalmente por microorganismos sensíveis ao produto (superinfecções5); micoses da pele; candidíase6 superficial, pitiríase versicolor (tinha versicolor), infecções com Corynebacterium minutissimum (eritrasma), dermatite7 seborréica com envolvimento dos microorganismos acima; infecções dos órgãos genitais externos da mulher e áreas próximas causadas por leveduras (vulvite8 por Candida); inflamações da glande e prepúcio do pênis causadas por leveduras (balanite por Candida). O spray não deve ser utilizado em mucosas (vulva e pênis).


    QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Não se deve usar o produto em caso de alergia9 ao clotrimazol ou a quaisquer outros componentes das formulações ou no caso de reação ocorrida durante o tratamento de uma micose10 anterior. Nesse caso, consulte um médico antes do tratamento.

    Advertências: quando aplicado na área genital (na mulher: genitais externos e áreas próximas, no homem: glande e prepúcio do pênis), o creme pode reduzir a eficácia e a segurança de produtos à base de látex, tais como preservativos ou camisinhas e diafragmas; também pode reduzir a eficácia de espermicidas vaginais, utilizados como método anticoncepcional. Este efeito é temporário e ocorre apenas durante o tratamento. O álcool benzílico, ingrediente do spray, pode causar irritação na pele e no trato respiratório, e reação alérgica11 na pele.

    Gravidez12 e amamentação13: quando se utiliza conforme as orientações abaixo, no item Posologia, ou conforme a orientação do seu médico ou farmacêutico, somente quantidades muito pequenas da substância ativa serão absorvidas pelo corpo, é, portanto, improvável causar um efeito geral em outros órgãos. Não foi realizado nenhum estudo com o uso do produto durante a gravidez12.


    NÃO DEVE SER USADO SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA DURANTE A GRAVIDEZ12 E A AMAMENTAÇÃO13. INFORME SEU MÉDICO SE OCORRER GRAVIDEZ12 OU SE INICIAR AMAMENTAÇÃO13 DURANTE O USO DESTE MEDICAMENTO.


    Durante os três primeiros meses de gravidez12 deve- se tomar cuidado para que o creme não entre na vagina quando se tratar as infecções fúngicas dos genitais (órgãos sexuais externos). Se você estiver amamentando, o produto não deve ser aplicado nos seios.

    Precauções: a solução spray não deve entrar em contato com os olhos e não deve ser aplicada nas mucosas, pois pode causar irritação local.

    Interações medicamentosas: CTL reduz a eficácia de outros medicamentos utilizados para tratar as micoses (anfotericina e outros antibióticos polienos como a nistatina e a natamicina). Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis ou se está fazendo uso de algum outro medicamento. Não há contra- indicações do produto relativas a faixas etárias.


    COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Aspecto físico: o creme é branco e a solução spray é incolor.

    Características organolépticas: o creme não possui cheiro e a solução spray possui cheiro característico de isopropanol.

    Dosagem: Deve- se utilizar o produto conforme as orientações abaixo, a menos que seu médico tenha prescrito de forma diferente. Seguir as orientações cuidadosamente; caso contrário, não terá o efeito adequado. Antes de aplicar CTL, deve-se sempre lavar e secar bem as áreas afetadas da pele para remover a pele solta ou resíduos do tratamento anterior. Secar bem entre os dedos, especialmente no caso de pé-de-atleta, para evitar umidade.

    Como usar (quantidade e freqüência de uso):

    Creme: aplique uma camada fina do creme nas áreas afetadas da pele, 2 a 3 vezes por dia e friccione. Cerca de meio centímetro do creme é geralmente suficiente para tratar uma área da pele do tamanho da palma da mão.

    Para infecções dos órgãos genitais externos (vulvite8 por Candida) e áreas próximas nas mulheres, aplicar o creme nessas áreas afetadas (dos órgãos sexuais externos até o ânus), 2 a 3 vezes diariamente. O creme também é adequado para o tratamento simultâneo da inflamação14 da glande e do prepúcio do pênis (balanite por Candida) causada por leveduras.

    Spray: utilize nebulizações curtas e repetidas para aplicar uma camada fina e igual do produto nas áreas afetadas da pele e próximas a elas, 2 vezes por dia. Antes da primeira utilização do spray recomenda- se pressionar a válvula algumas vezes para iniciar a nebulização15 do produto.

    Duração do tratamento: a duração do tratamento é determinada por vários fatores como a extensão e o local da doença. Para a cura completa, o tratamento não deve ser interrompido assim que os sintomas16 diminuam, mas deve prosseguir sistematicamente durante o período total de pelo menos

    4 semanas. A pitiríase versicolor geralmente é curada em 1 a 3 semanas, o eritrasma em 2 a 4 semanas. Para evitar a volta do pé- de-atleta, as áreas afetadas devem ser tratadas por aproximadamente 2 semanas após todos os sinais17 da doença desaparecerem, mesmo que se observe uma aparente rápida melhora após o início do tratamento. A vulvite8 e a balanite por Candida levam de 1 a 2 semanas para sarar. Não se deve suspender prematuramente ou interromper o tratamento sem consultar o médico. Se interromper o tratamento, o problema pode voltar, visto que a micose10 provavelmente não estará completamente curada. Se esquecer de aplicar uma dose de CTL, não use uma quantidade maior na próxima vez, simplesmente continue o tratamento como recomendado. As toalhas, roupas íntimas e meias que ficam em contato com as áreas afetadas da pele devem ser trocadas diariamente. Essa simples atitude ajudará a curar a micose10 e impedirá que passe para outras partes do corpo ou para outras pessoas.


    SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS16, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.



    NÃO USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

    ANTES DE USAR, OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.



    QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

    CTL pode ter os seguintes efeitos indesejáveis; ocasionalmente, reações cutâneas (por exemplo, sensação de queimação, sensação de pontadas ou vermelhidão). Reações alérgicas podem ocorrer em pacientes mais sensíveis. Se os efeitos indesejáveis aparecerem na primeira utilização ou se os sintomas16 piorarem, suspenda o uso do produto e consulte seu médico.


    O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?

    Não se conhecem efeitos adversos devido ao uso de grande quantidade de CTL, não há relatos disponíveis sobre este assunto.


    ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

    O produto deve ser guardado na sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), ao abrigo da luz e umidade. O spray é inflamável: não conduzir perto da chama.


    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.



    INFORMAÇÕES TÉCNICAS - CTL®

    CARACTERÍSTICAS: o clotrimazol, princípio ativo de CTL, é um derivado imidazólico com amplo espectro de atividade antimicótica.



    Farmacodinâmica: o clotrimazol age contra fungos por meio da inibição da síntese do ergosterol, ocasionando dano estrutural e funcional da membrana citoplasmática. O produto possui amplo espectro de ação antimicótica in vitro e in vivo, que inclui dermatófitos, leveduras, fungos, etc. Sob condições apropriadas de teste, os valores da CIM para esses tipos de fungos estão na faixa inferior a 0,062 - 4 (-8) μg/ml de substrato. Clotrimazol é fungistático ou fungicida, dependendo da concentração de clotrimazol no local da infecção18. A atividade in vitro é limitada aos elementos fúngicos em proliferação; os esporos de fungos são apenas levemente sensíveis. Além de sua ação antimicótica, também age sobre Trichomonas vaginalis, microorganismos gram-positivos (estreptococos/ estafilococos) e microorganismos gram-negativos (Bacteroides/ Gardnerella vaginalis). In vitro, o clotrimazol inibe a multiplicação de Corynebacteria e de cocos gram-positivos –

    com exceção dos enterococos – nas concentrações de 0,5 – 10 μg/ml de substrato – e exerce ação tricomonicida na concentração de 100 μg/ml.

    São muito raras as variantes de resistência primária de espécies de fungos sensíveis; até o momento, o desenvolvimento de resistência secundária por fungos sensíveis foi observado, sob condições terapêuticas, somente em casos muito isolados.

    Farmacocinética: pesquisas farmacocinéticas após aplicação dermatológica demonstraram que o clotrimazol praticamente não é absorvido para a circulação19 sangüínea pela pele intacta ou inflamada. O pico das concentrações plasmáticas de clotrimazol ficou abaixo do limite de detecção de 0,001 μg/ml, indicando que o clotrimazol aplicado topicamente na pele não conduz a efeitos sistêmicos mensuráveis ou a efeitos colaterais.

    Dados de segurança pré- clínicos: estudos toxicológicos em diferentes animais com aplicação intravaginal ou local mostraram boa tolerabilidade vaginal e local. Dados pré-clínicos baseados em estudos convencionais de toxicidade de dose única e repetida não revelaram risco especial ao homem, nem genotoxicidade e toxicidade na reprodução.





    RESULTADOS DE EFICÁCIA: - CTL®

    Clotrimazol demonstrou índice de cura entre 69 e 96%, dependendo do tipo de infecção18 fúngica e da formulação usada. A tabela abaixo fornece uma visão dos índices médios de cura.




    Ref.: Bula do medicamento referência.


    INDICAÇÕES - CTL®

    CTL creme e solução: dermatomicoses causadas por dermatófitos, leveduras, fungos, etc. (por exemplo, Tinea pedis, Tinea manuum, Tinea corporis, Tinea inguinalis, Ptyriasis versicolor) e eritrasma.

    CTL creme: adicionalmente, infecções dos genitais externos e áreas adjacentes na mulher, assim como inflamação14 da glande e prepúcio do parceiro sexual causada por leveduras (vulvite8 e balanite por Candida).




    CONTRA-INDICAÇÕES - CTL®

    Hipersensibilidade ao clotrimazol ou a quaisquer outros componentes das formulações.


    MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO - CTL®

    O produto é de uso tópico1, externo. Vide instruções específicas de uso contidas no item POSOLOGIA. O produto deve ser mantido em condições de temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), dentro da embalagem original e com a tampa bem fechada.




    POSOLOGIA - CTL®

    Para assegurar cura completa, dependendo da indicação, deve- se continuar o tratamento por cerca de 2 semanas após o desaparecimento dos sintomas16 subjetivos. Geralmente os sintomas16 desaparecem após os seguintes períodos de tratamento: dermatomicoses: 3 - 4 semanas; eritrasma: 2 – 4 semanas; pitiríase versicolor: 1 – 3 semanas; vulvite8 e balanite por Candida: 1 – 2 semanas.

    Creme: o creme é aplicado em camada fina, 2 a 3 vezes por dia e delicadamente friccionado. Meio centímetro de comprimento de creme é suficiente para tratar uma área aproximadamente igual à palma da mão.

    Solução: o spray deve ser aplicado em camada fina 2 vezes por dia. Antes da primeira aplicação, recomenda- se pressionar a válvula algumas vezes para se obter a nebulização15 do produto.

    ATENÇÃO: ESTE MEDICAMENTO É UM SIMILAR, QUE PASSOU POR TESTES E ESTUDOS QUE COMPROVAM A SUA EFICÁCIA, QUALIDADE E SEGURANÇA.





    ADVERTÊNCIAS - CTL®

    o creme pode reduzir a eficácia e a segurança de produtos à base de látex, como preservativos e diafragmas, quando aplicado sobre a área genital (mulheres: genitais externos e áreas adjacentes da vulva; homens: prepúcio e glande do pênis). O efeito é temporário e ocorre somente durante o tratamento. O álcool benzílico, ingrediente do spray, pode causar reação no local da aplicação (por exemplo, dermatite7 de contato). O spray é inflamável: não conduzir perto de chama.

    Gravidez12 e lactação20: embora não existam estudos clínicos controlados em mulheres grávidas, as pesquisas epidemiológicas demonstram não haver indícios de efeitos nocivos para a mãe e para a criança pelo uso do produto durante a gravidez12. No entanto, como qualquer outro medicamento, nos 3 primeiros meses de gravidez12, CTL somente deve ser usado sob orientação médica.




    USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO - CTL®
    O produto pode ser aplicado tanto em crianças como em idosos.




    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - CTL®

    Não se conhecem alterações do efeito de CTL pelo uso de outros medicamentos.




    REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS - CTL®

    Os efeitos indesejáveis incluem:

    Geral: reação alérgica11, dor.

    Pele e anexos: prurido21, erupção cutânea.


    SUPERDOSE - CTL®

    Não aplicável.




    ARMAZENAGEM - CTL®

    CTL deve ser conservado na sua embalagem original. O produto deve ser armazenado em condições de temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), ao abrigo da luz e umidade e longe de chama (spray).


    DATA DE FABRICAÇÃO, DATA DE VALIDADE E LOTE - CTL®

    Vide cartucho.


    VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA



    SAC 0800 704 9001



    KLEY HERTZ S. A. - Indústria e Comércio

    Rua Comendador Azevedo, 224 - Porto Alegre - RS

    Farmacêutica responsável: Paula Carniel Antonio

    CRF- RS 4228 - Reg. MS: 1.0689.0090

    CNPJ: 92.695.691.0001- 03 - INDÚSTRIA BRASILEIRA







    CTL - Laboratório