Atensina®
Anti- hipertensivo
ATENSINA atua sobre o sistema nervoso2 simpático, reduzindo o fluxo adrenérgico para o sistema cardiocirculatório, assim diminuindo a resistência vascular3 periférica e determinando uma redução da pressão arterial. O produto é eficaz em doses muito pequenas e caracteriza- se por sua ampla margem terapêutica, permitindo uma posologia eficiente e bastante segura, de acordo com as necessidades de cada paciente.
Composição - ATENSINA
Comprimidos com 0,100 mg ou 0,150 mg ou 0,200 mg de cloridrato de clonidina.
Indicações - ATENSINA
Todas as formas de hipertensão arterial4.
Contra-indicações - ATENSINA
Hipersensibilidade à clonidina. Doença do nódulo5 sinusal.
Precauções - ATENSINA
O tratamento da hipertensão arterial4 requer controles médicos regulares. ATENSINA pode, na dependência da dose utilizada, reduzir a freqüência do pulso. Em presença de doenças do sistema de condução observaram- se transtornos do ritmo ao se usarem doses elevadas de clonidina. Nas crises hipertensivas causadas por feocromocitoma6, a clonidina não corrige os valores pressóricos anormalmente elevados, mas também não contribui para a exacerbação da crise, não oferecendo, portanto, risco em pacientes com feocromocitoma6 não diagnosticado. O tratamento da hipertensão7 com ATENSINA em presença de insuficiência renal8 requer cuidados e controles médicos especiais. Reações individualmente variáveis podem prejudicar a capacidade de dirigir veículos ou de lidar com maquinário, o que deve ser considerado especialmente no início do tratamento com ATENSINA. Em casos de interrupção brusca de clonidina após um tratamento prolongado com doses elevadas (doses diárias superiores a 0,6 mg) foram descritas ocasionalmente inquietação e taquicardia9 e, em casos multo raros, elevação pronunciada da pressão arterial e (ou) nervosismo, tremores. cefaléias10 e náuseas11.
Gravidez1 e lactação12 - ATENSINA
Após vários anos de estudos com clonidina não foram registrados indícios de efeitos desfavoráveis ou prejudiciais em gestantes. Mesmo assim, devem ser observadas as medidas habituais de precauções a respeito do uso de medicamentos na gravidez1, sobretudo durante o primeiro trimestre. Clonidina passa para o leite materno, sem, todavia, exercer qualquer ação desfavorável sobre o lactente13, quando do uso do produto em doses terapêuticas.
Interações medicamentosas - ATENSINA
O efeito hipotensor de ATENSINA é potencializado por outros anti- hipertensivos. A este respeito, existem experiências de combinações com diuréticos14, vasodilatadores e betabloqueadores. No uso concomitante de betabloqueadores e (ou) glicosídios cardíacos podem ocorrer uma diminuição acentuada da freqüência cardíaca (bradicardia15) ou, muito raramente transtornos do ritmo cardíaco (bloqueio AV). Se, durante um tratamento concomitante com betabloqueadores, for necessário suspender a terapia anti-hipertensiva, deve-se, de inicio, reduzir lenta e progressivamente o betabloqueador e, posteriormente, também de modo progressivo, a ATENSINA. Antidepressivos tricíclicos podem reduzir a ação hipotensora da ATENSINA. Clonidina pode aumentar o efeito sedativo de álcool, hipnóticos e tranqüilizantes. A tolazolina pode reduzir ou inibir, de modo dose-dependente, o efeito da clonidina, sendo apropriada, assim, como antídoto16.
Reações adversas - ATENSINA
Reações adversas são, em geral, diretamente relacionáveis às doses empregadas. Sobretudo no início do tratamento podem ocorrer secura da boca e sensação e cansaço, que tem a desaparecer com a continuação da terapêutica. Distúrbios ortostático podem surgir, especialmente quando doses elevadas são utilizadas pela primeira vez. Em casos raros ATENSINA pode provocar reações centrais como obnubilação e vertigem17. Muito raramente, mencionam- se obstipação, transtornos do sono da potência e distúrbios circulatórios. Apenas em casos excepcionais e (ou) com o uso de altas doses, foram referidas reações de hipersensibilidade, transtornos da percepção, pesadelo, ginecomastia18, dores das glândulas19 parótidas, estado de depressão, secura da mucosa20 nasal diminuição da lacrimação.
Posologia - ATENSINA
A doença hipertensiva desenvolve- se muito lentamente e, assim sendo, é para preservar o bem-estar do paciente, não é recomendável uma redução rápida dos valores pressóricos, exceto nos casos de crise hipertensiva. Para a maioria dos casos de hipertensão7 leve é suficiente uma dose diária de ATENSINA, variando de 0,075 a 0,200 mg. Deste modo, recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose única diária, à noite de 0,075 mg, 0,100 mg, 0,150 mg ou 0,200 mg, de acordo com o grau de severidade do quadro clínico. Na eventualidade de não ser obtido o controle desejado dos valores tensionais dentro de 1 a 3 semanas, a dose diária poderá ser aumentada, administrando se pela manhã dose idêntica à da noite. Para alguns casos pode ser necessário ampliar a posologia, sucessivamente, até que a pressão arterial se situe em níveis adequados. Salvo determinadas exceções, um aumento da dose diária para mais de 0,450 mg não proporciona em geral uma redução adicional importante dos valores pressóricos. Somente nas formas de hipertensão7 grave pode ser necessário um aumento da dose diária até 0,900 mg, que deverá ser subdividida em 3 doses individuais de 0,300 mg cada.
Superdosagem - ATENSINA
Sintomas21: Sonolência, secura da boca, hipotensão22, distúrbios ortostáticos, bradicardia15, vômitos23, diminuição ou ausência de reflexos, respiração superficial. Tratamento: Na maioria dos casos é suficiente um tratamento sintomático. Após ingestão de dose excessiva, efetuar lavagem gástrica24 e administrar um vasopressor e um analéptico. Como antídoto16 específico é apropriada a tolazolina (10 mg de tolazolina IV neutralizam o efeito de 0,6 mg de clonidina).
Apresentações - ATENSINA
Comprimidos de 0,100 mg:
Embalagens com 30 comprimidos. Comprimidos de 0,150 mg: Embalagens com 30 comprimidos. Comprimidos de 0,200 mg: Embalagens com 30 comprimidos.
BOEHRINGER INGELHEIM do Brasil Química a e Farmacêutica Ltda.
ATENSINA - Laboratório
Sunday, March 6, 2011
ATENSINA
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