Sunday, March 6, 2011

    AVALOX

    Avalox Solução para Infusão

    Moxifloxacino


    APRESENTAÇÃO - AVALOX

    Avalox é apresentado na forma de solução para infusão intravenosa na dose de 400mg, em frascos com 250 ml. Cada frasco contém 436 mg de cloridrato de
    moxifloxacino, equivalentes a 400 mg de moxifloxacino.
    USO ADULTO


    COMPOSIÇÃO - AVALOX

    Cada ml contém 1,6 mg de moxifloxacino.
    Componentes inertes: cloreto de sódio, hidróxido de sódio, ácido clorídrico e água
    para injeção1.


    INFORMAÇÕES AO PACIENTE - AVALOX

    Avalox® é um antibiótico de amplo espectro. Desde que adequadamente indicado, ossinais e sintomas2 da doença devem melhorar em um período mínimo de cinco dias de
    tratamento correto. Avalox® deve ser conservado na embalagem original em
    temperatura ambiente. Não armazene em temperatura abaixo de 8ºC, pois isso pode
    provocar o aparecimento de um precipitado que contudo se dissolverá à temperatura
    ambiente. Portanto, não se recomenda manter a solução para infusão em refrigerador.
    O prazo de validade de Avalox® infusão é de 3 anos e só poderá ser utilizado até o
    vencimento desse prazo. Após essa data perderá sua eficácia. Avalox® não deve ser
    administrado a mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Informe ao seu
    médico a ocorrência de gravidez3, na vigência do tratamento ou após o seu término.
    Informe também se estiver amamentando. Siga a orientação do seu médico,
    respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A interrupção do
    tratamento antes do prazo recomendado pelo médico pode provocar a piora da doença.
    Avalox® pode provocar reações gastrintestinais (dor abdominal, náusea4, vômito5,
    diarréia6 e alteração do paladar), dor de cabeça, vertigens7, sensação de fraqueza, malestar,
    dores no peito, nas costas ou nas pernas, palpitações8, reações de pele, reações
    alérgicas ou de hipersensibilidade, dores musculares e nas articulações, insônia,
    nervosismo, ansiedade, depressão, sonolência e candidíase9 vaginal.
    Essas reações são incomuns; porém, sob qualquer eventualidade, informe ao seu
    médico. Ao primeiro sinal10 de dor ou inflamação11 dos tendões, a administração de
    Avalox® deve ser suspensa, sendo necessário manter em repouso o membro afetado e
    consultar um médico.
    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
    CRIANÇAS.
    Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início
    ou durante o tratamento. Avalox® não deve ser usado por pessoas alérgicas a qualquer
    componente de sua formulação ou aos derivados quinolônicos, nos casos de
    insuficiência hepática12 grave, nem por crianças e adolescentes em fase de crescimento.


    INFORMAÇÕES TÉCNICAS - AVALOX

    O moxifloxacino é um agente antibacteriano fluoroquinolônico de amplo espectro e
    ação bactericida com atividade in vitro frente a uma ampla gama de microrganismos
    Gram- positivos e Gram-negativos, anaeróbios, bactérias resistentes a ácidos e atípicos
    como Mycoplasma, Chlamydia e Legionella.
    O moxifloxacino é eficaz frente a bactérias resistentes a antibióticos â- lactâmicos e
    macrolídeos. Estudos em animais infectados demonstraram uma alta atividade in vivo.
    O moxifloxacino tem demonstrado sua atividade contra a maioria das cepas dos
    seguintes microrganismos, tanto in vitro como em infecções clínicas:
    Microrganismos Gram- positivos
    Staphylococcus aureus (inclusive cepas sensíveis à meticilina); Streptococcus
    pneumoniae (inclusive cepas resistentes à penicilina e macrolídeos); Streptococcus
    pyogenes (grupo A).
    Microrganismos Gram- negativos
    Haemophilus influenzae (inclusive cepas â- lactamase negativas e positivas);
    Haemophilus parainfluenzae; Klebsiella pneumoniae; Moraxella catarrhalis
    (inclusive cepas â- lactamase negativas e positivas); Escherichia coli; Enterobacter
    cloacae.
    Atípicos
    Chlamydia pneumoniae; Mycoplasma pneumoniae; Legionella pneumophila.
    Segundo estudos in vitro, os seguintes microrganismos são sensíveis ao
    moxifloxacino, embora a segurança e a eficácia do moxifloxacino no tratamento de
    infecções clínicas causadas por esses microrganismos não tenham sido comprovadas
    em ensaios clínicos adequados e bem controlados.
    Microrganismos Gram- positivos
    Streptococcus milleri; Streptococcus mitior; Streptococcus agalactiae; Streptococcus
    dysgalactiae; Staphylococcus cohnii; Staphylococcus epidermidis (inclusive cepas
    sensíveis à meticilina); Staphylococcus haemolyticus; Staphylococcus hominis;
    Staphylococcus saprophyticus; Staphylococcus simulans; Corynebacterium
    diphtheriae.
    Microrganismos Gram- negativos
    Bordetella pertussis; Klebsiella oxytoca; Enterobacter aerogenes; Enterobacter
    agglomerans; Enterobacter intermedius; Enterobacter sakazaki; Proteus mirabilis;
    Proteus vulgaris; Morganella morganii; Providencia rettgeri; Providencia stuartii.
    Anaeróbios
    Bacteroides distasonis; Bacteroides eggerthii; Bacteroides fragilis; Bacteroides
    ovatus; Bacteroides thetaiotaomicron; Bacteroides uniformis; Fusobacterium spp;
    Porphyromonas spp; Porphyromonas anaerobius; Porphyromonas asaccharolyticus;
    Porphyromonas magnus; Prevotella spp; Propionibacterium spp; Clostridium
    perfringens; Clostridium ramosum.
    Atípico
    Coxiella burnettii.
    A ação bactericida resulta da interferência nas topoisomerases II e IV. As
    topoisomerases são enzimas essenciais que controlam a topologia do DNA envolvidas
    na replicação, reparação e transcrição do mesmo.
    O moxifloxacino exibe ação bactericida dependente da concentração. As
    concentrações bactericidas mínimas são geralmente similares às concentrações
    inibitórias mínimas. Os mecanismos de resistência que inativam penicilinas,
    cefalosporinas, aminoglicosídeos, macrolídeos e tetraciclinas não interferem na
    atividade antibacteriana do moxifloxacino. Não há resistência cruzada entre o
    moxifloxacino e esses agentes. Até o momento, não se observou resistência mediada
    por plasmídeos. Demonstrou- se uma freqüência de resistência muito baixa (10-7 a 10-10).
    Os estudos in vitro demonstraram que a resistência ao moxifloxacino se desenvolve
    lentamente, por mutações de fases múltiplas.
    A exposição seriada de microrganismos a concentrações abaixo da concentração
    inibitória mínima (CIM) demonstrou apenas um pequeno aumento dos valores da
    CIM.
    Demonstrou- se resistência cruzada com quinolonas. Contudo, alguns microrganismos
    Gram- positivos e anaeróbios resistentes a outras quinolonas são sensíveis ao
    moxifloxacino.


    INDICAÇÕES - AVALOX

    Avalox® é indicado para o tratamento de adultos (com idade igual ou acima de 18anos) com:
    • Infecções das vias respiratórias superiores e inferiores
    Sinusite13 aguda
    Exacerbações agudas de bronquite crônica14
    Pneumonia15 adquirida na comunidade
    • Infecções cutâneas e de tecidos moles.


    CONTRA-INDICAÇÕES - AVALOX

    Hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula ou a outras
    quinolonas. Avalox® é contra- indicado a crianças, adolescentes em fase de
    crescimento e mulheres grávidas. Sabe- se que as quinolonas distribuem-se
    amplamente no leite materno e dados pré- clínicos indicam que pequenas quantidades
    de moxifloxacino podem ser secretadas no leite materno. Não há dados disponíveis em
    mulheres grávidas e lactantes16. Portanto, o uso de moxifloxacino em mulheres grávidas
    e lactantes16 está contra- indicado.


    ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES - AVALOX

    O tratamento com quinolonas pode provocar crises convulsivas. O moxifloxacino deveser utilizado com cautela em pacientes com transtornos conhecidos ou suspeitos do
    SNC que possam predispor a convulsões ou reduzir o limiar convulsivo.
    Como não há dados farmacocinéticos / farmacodinâmicos nos casos de insuficiência17
    hepática grave (Child- Pugh C), não se recomenda o uso de moxifloxacino nesse grupo
    de pacientes.
    O moxifloxacino, da mesma forma que outras quinolonas e os macrolídeos, tem
    mostrado prolongar o intervalo QT do eletrocardiograma18 de alguns pacientes.
    Portanto, deve ser evitado em pacientes com conhecido prolongamento do intervalo
    QT, pacientes com hipocalemia não tratada e naqueles em uso de substâncias
    antiarrítmicas da classe IA (ex.: quinidina, procainamida) ou da classe III (ex.:
    amiodarona, sotalol), por falta de experiência clínica com esse tipo de pacientes.
    O uso concomitante de moxifloxacino e de substâncias que prolongam o intervalo QT,
    tais como cisaprida, eritromicina, antipsicóticos e antidepressivos tricíclicos, deve ser
    efetuado com cautela, uma vez que não se pode excluir o risco de potencialização.
    O moxifloxacino deve ser usado com cautela nos pacientes em condições préarrítmicas,
    como bradicardia19 clinicamente significativa ou isquemia20 miocárdica aguda,
    uma vez que as experiências clínicas são limitadas.
    Aumentando- se a concentração de moxifloxacino, o prolongamento do intervalo QT
    pode aumentar; portanto, a dose recomendada de 400 mg em infusão durante 60
    minutos não deve ser excedida. O prolongamento do intervalo QT pode causar
    aumento do risco de arritmias ventriculares, inclusive torsade de pointes. Nenhum
    caso de morbidade21 ou mortalidade22 cardiovascular por prolongamento do intervalo QTc
    pôde ser atribuído ao tratamento com o moxifloxacino em mais de 8.000 pacientes
    (administração oral e parenteral); entretanto, certas condições predisponentes podem
    elevar o risco de arritmias ventriculares.
    O tratamento com quinolonas, inclusive moxifloxacino, pode produzir inflamação11 e
    ruptura de tendões, particularmente em pacientes idosos e nos pacientes tratados
    concomitantemente com corticosteróides. Ao primeiro sinal10 de dor ou inflamação11, os
    pacientes devem interromper o tratamento e manter em repouso a(s) extremidade(s)
    afetada(s).
    A ocorrência de colite23 pseudomembranosa foi registrada com o uso de antibióticos de
    amplo espectro, incluindo moxifloxacino; portanto, é importante considerar esse
    diagnóstico24 em pacientes com diarréia6 grave associada ao uso de moxifloxacino.
    Nessa situação clínica, devem ser instaladas imediatamente as medidas terapêuticas
    adequadas.
    Fototoxicidade foi observada com outras quinolonas. Contudo, estudos em
    voluntários concluiram que moxifloxacino não tem potencial fototóxico mensurável.
    Entretanto, os pacientes devem evitar exposição prolongada aos raios UV ou solares.
    Em alguns casos, podem ocorrer reações alérgicas ou de hipersensibilidade após a
    primeira administração, e nesse caso o médico deve ser imediatamente contatado.
    Em casos muito raros reações anafiláticas25 podem progredir até o choque26, com risco de
    vida, algumas vezes após a primeira administração. Nesses casos, o uso de
    moxifloxacino deve ser interrompido e o tratamento médico instituído, por exemplo,
    para choque26.


    INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO - AVALOX

    Warfarina: Não se observou interação durante o tratamento concomitante com
    warfarina sobre o tempo de protrombina e outros parâmetros da coagulação.
    Digoxina: A farmacocinética da digoxina não foi significativamente alterada por
    moxifloxacino (e vice- versa).
    Teofilina: Não se detectou influência do moxifloxacino sobre os parâmetros da
    teofilina (e vice- versa) no estado de equilíbrio, indicando que o moxifloxacino não
    interfere com os subtipos 1A2 das enzimas do citocromo P450.
    Probenecida: Em um estudo clínico sobre o impacto da probenecida sobre a excreção
    renal27, não se observaram efeitos significativos sobre o clearance corporal total
    aparente e sobre o clearance renal27 do moxifloxacino. Portanto, não há necessidade de
    ajustes de dose quando ambas as drogas são administradas concomitantemente.
    Antidiabéticos: Não se observou nenhuma interação clinicamente relevante entre a
    glibenclamida e o moxifloxacino.
    Contraceptivos orais: Não se observou nenhuma interação após a administração oral
    concomitante de moxifloxacino e contraceptivos orais.
    Morfina: A administração parenteral de morfina com moxifloxacino não reduziu a
    biodisponibilidade oral do moxifloxacino.
    Itraconazol: A exposição (AUC) ao itraconazol foi alterada apenas marginalmente sob
    tratamento concomitante com moxifloxacino. A farmacocinética do moxifloxacino não
    foi alterada significativamente pelo itraconazol. Não há necessidade de ajuste de dose
    do itraconazol quando administrado concomitantemente ao moxifloxacino e viceversa.


    REAÇÕES ADVERSAS - AVALOX

    Nos estudos clínicos realizados com o moxifloxacino, a maioria das reações adversas(mais de 90%) foram descritas como leves a moderadas. O índice de interrupção do
    tratamento por efeitos secundários em pacientes tratados com o moxifloxacino por via
    oral foi de 3,6% e de 5,7% em pacientes tratados com o esquema seqüencial (I.V.
    seguido pelo oral).
    As reações adversas mais freqüentes (cuja relação com o tratamento se considera
    provável, possível ou não avaliável), baseadas em todos os estudos clínicos
    conduzidos com o moxifloxacino, são as seguintes:
    Incidência28 entre =1% e < 10%
    Geral: dor abdominal, cefaléia29 e reação no local da injeção1 (ex.: edema30/
    hipersensibilidade/ inflamação11/ dor).
    Sistema cardiovascular31: prolongamento do QT em pacientes com hipocalemia.
    Sistema digestivo32: náusea4, diarréia6, vômitos33, dispepsia34 e alterações dos parâmetros de
    função hepática.
    Órgãos dos sentidos: alteração do paladar. Sistema nervoso35: vertigem36
    Incidência28 entre =0,1% e < 1%
    Geral: astenia37, monilíase, dor, mal- estar e dor no peito.
    Sistema cardiovascular31: taquicardia38, hipertensão39, palpitações8, prolongamento do QT e
    flebite40 (no local da infusão).
    Sistema digestivo32: boca seca, náuseas41, vômitos33, flatulência, constipação42, monilíase
    oral, anorexia43, estomatite44, distúrbios gastrintestinais, glossite45 e aumento de ã- GT.
    Sistema linfático46 e sangüíneo: leucopenia47, diminuição da protrombina, eosinofilia e
    trombocitopenia48.
    Alterações metabólicas e nutricionais: aumento da amilase.
    Sistema músculo- esquelético: artralgia49 e mialgia50.
    Sistema nervoso35: insônia, vertigem36, nervosismo, sonolência, ansiedade, tremores e
    parestesia51.
    Sistema respiratório52: dispnéia53.
    Pele e anexos: erupção cutânea, prurido54 e sudorese55.
    Sistema geniturinário: monilíase vaginal e vaginite56.
    Incidência28 entre =0,01% e < 0,1%
    Geral: dor pélvica, edema30 facial, dor nas costas, alterações dos parâmetros
    laboratoriais, reações alérgicas e dor nos membros inferiores.
    Sistema cardiovascular31: hipotensão57, vasodilatação e edema30 periférico.
    Sistema digestivo32: gastrite58, descoloração da língua, disfagia59, icterícia60 e diarréia6
    (Clostridium difficile).
    Sistema linfático46 e sangüíneo: diminuição da tromboplastina, aumento da protrombina,
    trombopenia e anemia61.
    Alterações metabólicas e nutricionais: hiperglicemia62, hiperlipemia e hiperuricemia e
    aumento de LDH (relacionado com a alteração dos exames de função hepática).
    Sistema músculo- esquelético: artrite63 e acometimento nos tendões.
    Sistema nervoso35: alucinações, despersonalização, hipertonia, incoordenação, agitação,
    amnésia, afasia64, labilidade emocional, distúrbios do sono e da fala, pensamentos
    anormais, hipestesia, pesadelos, convulsões, confusão e depressão.
    Sistema respiratório52: asma65.
    Pele e anexos: erupção cutânea (maculopapular, purpúrica e pustular) e urticária66.
    Órgãos dos sentidos: zumbido, alterações visuais, perda gustativa, parosmia (incluindo
    perversão, diminuição ou perda do olfato) e ambliopia.
    Sistema geniturinário: disfunção renal27.
    Reações adversas baseadas em relatos espontâneos:
    Incidência28 < 0,01%
    Hipersensibilidade: reação anafilática67, choque26 (anafilático com possível risco de vida).
    Sistema digestivo32: colite23 pseudomembranosa.
    Sistema músculo- esquelético: ruptura de tendão.
    Alterações mais freqüentes dos parâmetros laboratoriais não relacionadas com o
    fármaco e não relacionadas acima: aumento e diminuição do hematócrito68 e da
    contagem eritrocitária; aumento da contagem leucocitária, fosfatase alcalina,
    bilirrubina69, uréia70, TGO, TGP, creatinina71 e nitrogênio uréico; diminuição da glicemia72 e
    da hemoglobina73. Não se sabe se essas anomalias foram causadas pelo fármaco ou por
    patologia subjacente a ser tratada.


    POSOLOGIA - AVALOX

    Adultos: A dose recomendada de moxifloxacino é de 400 mg, uma vez ao dia, para
    todas as indicações.
    Duração do tratamento: a duração do tratamento deve ser determinada pela
    gravidade da indicação ou pela resposta clínica. As recomendações gerais para o
    tratamento de infecções das vias respiratórias superiores e inferiores são as seguintes:
    • Exacerbação aguda de bronquite crônica14: 5 dias.
    • Pneumonia15 adquirida na comunidade: 10 dias.
    • Sinusite13 aguda: 7 dias.
    A duração do tratamento recomendado para infecções de pele e tecidos moles é de 7
    dias.
    O moxifloxacino pode ser administrado por via intravenosa durante todo o
    tratamento. Alternativamente, a terapia pode ser iniciada por administração
    intravenosa, seguida de administração oral dos comprimidos, se a condição do
    paciente permitir sua ingestão.
    Avalox® solução para infusão intravenosa foi avaliado em estudos clínicos em
    esquema de até 14 dias de tratamento.


    MODO DE ADMINISTRAÇÃO - AVALOX

    Solução para infusão deve ser aplicada por viaintravenosa durante 60 minutos. Pode- se administrar diretamente ou com soluções
    para infusão compatíveis. As seguintes soluções para infusão mostraram- se estáveis
    por um período de 24 horas, à temperatura ambiente, quando misturadas a Avalox®
    solução para infusão, podendo ser consideradas como compatíveis: água para injeção1,
    cloreto de sódio 0,9% e 1 M, glicose74 5%, 10% ou 40%, xylit 20%, solução de Ringer,
    solução de Ringer lactato, Aminofusina 10% (Pharmacia & Upjohn) e Jonosteril D5
    (Fresenius Kabi). Se for necessário aplicar outras medicações associadas a Avalox®
    solução para infusão, deverão administrar- se separadamente. Somente soluções
    límpidas poderão ser usadas.
    Idosos: Não é necessário ajuste de dose.
    Crianças: É contra- indicado para crianças e adolescentes em fase de crescimento.
    Insuficiência hepática12: É desnecessário o ajuste de dose em pacientes com disfunção
    hepática leve (Child- Pugh A, B). Não há dados farmacocinéticos em pacientes com
    insuficiência hepática12 grave (Child- Pugh C).
    Insuficiência renal75: É desnecessário o ajuste de dose com qualquer grau de alteração
    renal27 (inclusive clearance de creatinina71 = 30 ml/ min/ 1,73 m2). Não há dados farmacocinéticos
    em pacientes sob diálise76.
    Diferenças interétnicas: É desnecessário o ajuste de dose.


    SUPERDOSAGEM - AVALOX

    Os dados de superdose disponíveis são limitados. Doses únicas de até
    1.200 mg e doses múltiplas de 600 mg foram administradas durante 10 dias a
    voluntários sadios, sem que fossem registrados efeitos adversos significativos. Em
    caso de superdose, recomenda- se tratamento sintomático adequado de acordo com a
    condição clínica do paciente. Após a administração intravenosa do moxifloxacino, o
    carvão ativado reduz apenas levemente a exposição sistêmica (aproximadamente
    20%), sendo de pouca utilidade nos casos de superdose intravenosa.
    ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS
    PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA
    QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS
    IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE
    SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER
    NOTIFICADO.



    AVALOX - Laboratório

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